– Vende-se terreno comercial: Ótimo ponto!

Amigos, minha irmã Priscila e meu cunhado Augusto estão vendendo um ótimo terreno comercial, tamanho: 14 x 35 m (507 m2), extremamente bem localizado no Bairro Medeiros (Jundiaí-SP). Próximo de ótimos condomínios (Chácara das Palmeiras Imperiais, Jardim Tereza Cristina, Parque da Serra e Reserva da Mata), frente para o asfalto, vizinho de bons comércios. “Centro” do bairro!

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– Dia dos Santos Anjos

Hoje é um dia especial para todos que se chamam Miguel, Gabriel ou Rafael! É dia dos 3 arcanjos que levam esse nome.

Dentro do Cristianismo, os anjos têm um lugar de destaque na história da Salvação. Compartilho esse belo texto do Prof Felipe de Aquino:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11612

O AUXÍLIO DOS ANJOS

O Papa Bento XVI disse que: “Eliminaríamos uma parte do Evangelho se deixássemos fora esses seres enviados por Deus, que anunciaram sua presença entre nós e que são um sinal dela”. E pediu a intercessão dos anjos “para que nos sustenham no empenho de seguir Jesus até nos identificarmos com Ele” (Zenit.org, março 2009).

 

A Bíblia e a Tradição da Igreja mostram amplamente que os anjos têm participação ativa na história da salvação dos homens, nos momentos em que Deus quer.

“Não são eles todos espíritos ao serviço de Deus, enviados a fim de exercerem um ministério a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”, pergunta o autor da Carta aos Hebreus, capítulo1, versículo 14.

 

E nisso crê e isso ensina a Igreja; sabemos que é tarefa desses seres celestes bons a proteção dos homens e a sua salvação. Diz o Salmo: “Mandou aos seus anjos que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te levarão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra” (Sl 90/91,11-12).

 

O próprio Jesus, falando das crianças e recomendando que não se lhes desse escândalo, faz referência aos “seus anjos” (cf. Mt 18,10). Ele atribui também aos anjos a função de testemunhas no supremo juízo divino sobre a sorte de quem reconheceu ou negou Cristo: “Todo aquele que se declarar por Mim diante dos homens, também o Filho do Homem se declarará por ele diante dos anjos de Deus. Aquele, porém, que Me tiver negado diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lc 12,8-9; cf. Ap 3,5).

 

Se os esses seres celestes tomam parte no juízo de Deus, logo, estão interessados pela vida do homem. Isso se pode ver também no discurso escatológico em que Jesus os faz intervir em Sua vinda definitiva no fim da história (cf. Mt 24,31; 25,31-41).

 

Muitas vezes, a Bíblia fala da ação dos anjos pela defesa do homem e sua salvação: o Anjo de Deus liberta os Apóstolos da prisão (cf. At 5,18-20) e antes de tudo Pedro, que estava ameaçado de morte por parte de Herodes (cf. At 12, 15-10). Guia a atividade deste a respeito do centurião Cornélio, o primeiro pagão convertido (cf. At 10,3-8. 12-13), e a atividade do diácono Filipe no caminho de Jerusalém para Gaza (cf. At 8,26-29).

 

Foi um anjo que encontrou Agar no deserto (cf. Gn 16); os anjos tiraram Lot de Sodoma; assim como foi um anjo que anunciou a Gedeão que devia salvar o seu povo; um anjo anunciou o nascimento de Sansão (cf. Jz 13); e o anjo Gabriel instruiu a Daniel (cf. 8,16). Este mesmo anjo anunciou o nascimento de São João Batista e a encarnação de Jesus; esses seres enviados por Deus também anunciaram a mensagem aos pastores (cf. Lc 2,9) e a missão mais gloriosa de todas, a de fortalecer o Rei dos Anjos em Sua Agonia no Horto das Oliveiras (cf. Lc 22, 43).

 

Os anjos estão presentes na história da humanidade desde a criação do mundo (cf. Jó 38,7); são eles que fecham o paraíso terrestre (cf. Gn 3, 24); seguram a mão de Abraão para não imolar Isaac (cf. Gen 22,11); a Lei é comunicada a Moisés e ao povo por ministério deles (cf. At 7,53); são eles que conduzem o povo de Deus (cf. Ex 23, 20-23); eles anunciam nascimentos célebres (cf. Jz 13); indicam vocações importantes (cf. Jz 6, 11-24; cf. Is 6,6); são eles que assistem aos profetas (cf. 1 Rs 19,5).

 

Da mesma forma que os anjos acompanharam a vida de Jesus, acompanharam também a vida da Igreja, beneficiando-a com a sua ajuda poderosa e misteriosa (cf. At 5, 18-20; 8,26-29; 10,3-8; 12,6-11; 27,23-25). Eles abrem as portas da prisão (cf. At 5, 19); encorajam Paulo (cf. At 27,23 s); levam Filipe ao carro do etíope (cf. At 8,26s), entre outros.

 

A Igreja confessa a sua fé nos anjos da guarda, venerando-os na liturgia com uma festa própria e recomendando o recurso à sua proteção com uma oração frequente, como na invocação do “Anjo de Deus”. São Basílio Magno, doutor da Igreja, escreveu: “Cada fiel tem ao seu lado um anjo como tutor e pastor, para o levar à vida” (cf. 5. Basilius, Adv. Eunonium, III, 1; cf.Sto. Tomas, Summa Theol. 1, q. II, a.3).

 

São Jerônimo, doutor da Igreja, afirmou que: “A dignidade de uma alma é tão grande, que cada um tem um anjo guardião desde seu nascimento”.

 

A Igreja honra com culto litúrgico três anjos. O primeiro é Miguel Arcanjo (cf. Dn 10,13-20; Ap 12,7; Jd 9). O seu nome exprime a atitude essencial dos espíritos bons. “Mica-El” significa, de fato: “Quem como Deus?”. O segundo é Gabriel: figura ligada sobretudo ao mistério da encarnação do Filho de Deus (cf. Lc 1,19-26). O seu nome significa: “O meu poder é Deus” ou “poder de Deus”. O terceiro arcanjo chama-se Rafael. “Rafa-El” significa: “Deus cura”; o conhecemos pela história de Tobias (cf. Tb 12,15-20), entre outros.

 

O famoso Bossuet dizia que: “Os anjos oferecem a Deus as nossas esmolas, recolhem até os nossos desejos, fazem valer também diante de Deus os nossos pensamentos… Sejamos felizes de ter amigos tão prestativos, intercessores tão fiéis, intérpretes tão caridosos”.

 

Os santos todos foram devotos desses seres celestes. Os anjos assistem a Igreja que nasce e os Apóstolos, prepararão o Juízo Final e separarão os bons dos maus. São eles que protegem Jesus na infância (cf. Mt 1, 20; 2, 13.19); são eles que O servem no deserto (cf. Mc 1, 12); e O reconfortam na agonia mortal (cf. Lc 22, 43); eles poderiam salvar o Senhor das mãos dos malfeitores se assim Cristo quisesse (cf. Mt 26, 53).

 

Toda a vida de Jesus Cristo foi cercada da adoração e do serviço dos anjos. Desde a Encarnação até a Ascensão eles O acompanharam. A Sagrada Escritura diz que quando Deus “introduziu o Primogênito no mundo afirmou: “Adorem-no todos os Anjos de Deus” (cf. Hb 1, 6). Alguns teólogos acham que isso motivou a queda dos anjos maus, por não aceitarem adorar a Deus Encarnado na forma humana.

 

A Igreja continua a repetir o canto de louvor que eles entoaram quando Jesus nasceu: “Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência divina” (cf. Lc 2, 14).

 

A Bíblia não só os apresenta como nossos guardiães, mas também como nossos intercessores. O anjo Rafael diz: “Ofereci orações ao Senhor por ti” (Tob 12, 12). “A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus” (Ap 8,4).

 

Santo Ambrósio, doutor da Igreja, declarou: “Devemos rezar aos anjos que nos são dados como guardiães” (De Viduis, IX); (cf. S. Agostinho, Contra Fausto, XX, 21).

A Igreja acredita que, no dia do batismo, cada cristão é confiado a um anjo que o acompanha e o guarda em sua caminhada para Deus, iluminando-o e inspirando-o.

Na Festa do Anjo da Guarda (2 de outubro), a Igreja põe diante dos nossos olhos o texto do Êxodo que diz:

 

“Assim diz o Senhor: Vou enviar um anjo que vá à tua frente, que te guarde pelo caminho e te conduza ao lugar que te preparei. Respeita-o e ouve a sua voz. Não lhe sejas rebelde, porque não suportará as vossas transgressões e nele está o meu nome. Se ouvires a sua voz e fizeres tudo o que eu disser, serei inimigo dos teus inimigos e adversário dos teus adversários. O meu anjo irá à tua frente e te conduzirá à terra dos amorreus, dos hititas, dos ferezeus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuzeus, e eu os exterminareis” (Ex 23,20-23).

 

Além de tudo isso, a Bíblia frequentemente mostra os poderes dos anjos na natureza, e afirma São Jerônimo que eles manifestam a onipotência de Deus (cf. S. Jerônimo, En Mich., VI, 1, 2; P. L., IV, col. 1206).

– Palhacinhos da Alegria

Pare um pouco e reflita: quanto tempo nós abrimos mão por dia para fazer o bem?

Pouco… pouquíssimo ou quase nulo!

Há pessoas que realmente são diferenciadas.

Iluminadas.

Simplesmente… especiais!

Enfim, que fazem a diferença… Sabem que o valor de um sorriso pode aliviar a dor de uma criança de maneira mais eficaz do que qualquer remédio. E um exemplo dessa belíssima ação solidária é a ação dos “Palhacinhos da Alegria“, que visitam hospitais, desprovidos de qualquer outro interesse a não ser o da Solidariedade. Para isso, não há idade, cor, credo ou enfermidade!

Enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira:

Palhacinhos da Alegria animam pacientes nos hospitais

Sábado passado, dia 19, entre 16h e 17h, a atenção de pacientes e familiares que se encontravam no Hospital São Vicente de Paulo, foi tomada com a aparição alegre e hilariante do grupo Palhacinhos da Alegria. O trabalho do grupo é desenvolvido com a figura do Palhaço, que age como médico que em suas visitas interage coma as pessoas internadas, seus acompanhantes e profissionais com o objetivo de levar alegria, otimismo, fé e esperança. Em cada visita são entregues lembrancinhas aos pacientes e familiares, com o objetivo de deixar registrado o momento da visita. Os “Palhacinhos da Alegria”, em Jundiaí fazem parte da ONG Caminho da Alegria, que é voltada ao atendimento de crianças com diabetes, e são inspirados no grupo “Doutores da Alegria”, criado em 1986 pelo Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova York, que quando atuava num hospital americano, pediu para visitar a ala infantil e percebeu a alegria que causou com a sua presença. A partir daí fundou a “Clown Care Unit”, voltada para visitas hospitalares. Em 1988 o brasileiro Welington Nogueira passou a integrar a trupe americana e, em 1991 implantou o primeiro grupo de “Doutores da Alegria” no Brasil, com apoio do Hospital Nossa Senhora de Lurdes, atual Hospital da Criança.  

– Quanto Custa uma Olimpíada?

Os entendidos em Esportes Olímpicos dizem que os Jogos Pan-Americanos são uma espécie de competição de “Terceira Categoria” para os EUA. Na última edição do PAN, acontecida no RJ, a cidade carioca gastou para receber essa competição, segundo o programa Roda Viva da Tv Cultura (exibido nessa última segunda-feira), US$ 3.8 bi, cerca de 800 % (O I T O C E N T O S) acima do previsto!

Essa diferença se deu por erro de cálculos ou pelos famigerados contratos de emergência?

Se os Jogos Olímpicos são o “filet Mignon” dos esportes, quanto ficará essa brincadeira? Qual é o orçamento planejado e qual será o real gasto, ao longo desse tempo?

Mais uma conta para pagarmos…

– Mais uma vez, Apologia…

Que pena. Mais uma vez o Cinema Nacional busca se destacar com o uso da violência. Já foram enésimos filmes retratando a violência do país. A grosso modo, parece que tivemos só 3 momentos: o das Pornochanchadas, o dos Trapalhões e agora dos filmes de Cadeia & Violência.

Comédias românticas, que caem bem no gosto do brasileiro, ficaram esquecidas. A moda será “Salve Geral“, um filme que faz alusão ao crime organizado e que quer “humanizar” uma facção criminosa. Quase que (se é que não é) apologia à bandidagem.

Lamentável. E foi escolhido para tentar concorrer à indicação ao Oscar… O link para o filme é: http://www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/salvegeral/