Os Coitados no Mercado de Trabalho

Compartilho interessante texto sobre as dificuldades na carreira profissional. Você se encaixa no perfil de injustiçado, ou de azarado, ou ainda desprezado? A culpa é de quem?

 

Leia este texto intitulado “Coitadinhos não existem, extraído do “Blog do Executivo Ingênuo”, edição de 16/12/2008. É uma ótima reflexão para nossa situação no mercado de trabalho e na condução de nossas carreiras.

(Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml)

 

Coitadinhos não existem

O coroa era pândego. Seu olho azul brilhava um ardil fino e cortante quando me convidava a rir sobre alguma coisa. E ele convidava o interlocutor a achar graça das coisas a todo momento. O velho ria de tudo. De modo sarcástico e inteligentíssimo. Era um cínico no melhor sentido da palavra – um sujeito com poucas crenças, fé nenhuma, escaldado por anos de janela observando o comportamento humano, e uma capacidade tremenda de rir de si mesmo e dos outros e da nossa grande tragédia, ou tragicomédia, diária. Um dia me saiu com essa: “nunca conheci um supertalento que tenha sido injustiçado ao longo da carreira, um megaprofissional soterrado por um mercado malvado que lhe virou as costas”. Ele queria dizer com isso que quem descarrila, quem não dá certo, quem vive à margem, de algum modo fez por merecer estar naquela posição desconfortável. Segundo ele, você pode sofrer uma injustiça aqui, tomar uma rasteira ali. Mas se isso é um padrão em sua carreira, se isso se transforma num corolário de desculpas para você não ter chegado tão longe quanto queria, o mais provável é que a responsabilidade pelo fracasso seja sua e não dos outros. O mercado, na visão do meu velho professor, não desperdiça gente boa. Por mais que elas sejam cheias de arestas. Gente boa mesmo sempre tem lugar.

Por Adriano Silva

80 dias para Marina

Faltam 80 dias para o nascimento da Marina.

O coração bate mais forte dia-a-dia, durante a espera do seu natal…

Te amo, Andréia, pois a sua maternidade é graça divina.

Ainda não?

Perguntas do meio do esporte que não querem calar:

Por que o ranking da arbitragem é divulgado às vésperas do recesso da FPF? Pode haver lisura, transparência… Mas é deselegante tal fato.

Por que nossa pontuação não é aberta? Seria bom para todos!

Por que os árbitros não podem dar entrevistas? Àqueles que não sabem se expressar, se responsabilizem por seus atos.

Por que falou-se dos exames médicos dos árbitros do Paulistão-2009, se o ranking com os nomes ainda não saiu e os mesmos foram feitos antes dos testes físicos e escritos?

Por mais honestas e trabalhadoras sejam as pessoas que trabalham na direção dos apitadores, tais questões trazem embaraço aos árbitros que se sentem “por fora” da situação. Poder-se-ia melhorar esse tipo de atitude! E olha que não posso reclamar de nada dos mesmos, mas pela amizade e respeito nutrida, acho que seria benéfica tal reflexão sobre essas considerações.

Sei da imensa dificuldade que é exercer tal comando no cargo. Mas a angústia se faz presente.

Boa sorte aos que subirem ou descerem; idem aos comandantes. E que Deus nos abençoe!

Uma foto, infinitas reflexões

Dizem que uma foto pode dizer muitas coisas. A foto da belga Alice Smeets, de 21 anos, ganhou o prêmio da UNICEF – 2008 pela importância do que ela diz:

 

 

Tão avançada tecnologicamente a humanidade tem se mostrado, e o problema da pobreza não é resolvido.

 

APÓS TAL IMAGEM, COMO PODEMOS RECLAMAR DA VIDA?

A foto é de uma menina haitiana saindo da sua casa num bairro de Porto Príncipe, em meio aos porcos e esgoto.

Arquivos Migrados do Blog 5:

Mulheres: Sucesso na Adm das Finanças

Uma nova pesquisa mostrou um resultado interessante: mulheres são melhores administradoras financeiras do que os homens, e isso já se reflete no mercado de trabalho:

Extraído de Época Negócios:  http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG85270-8377-22,00-RECEITA+FEMININA.html

 

Receita feminina

Pesquisa da consultoria McKinsey mostra que ter executivas em postos de comando faz muito bem para a saúde financeira das empresas

por Aline Ribeiro 

Aos 16 anos, a paulista Íris Barbosa trabalhava atrás do balcão de uma loja da rede McDonald’s em São Paulo. Ela fazia de tudo: atendia os clientes, fritava batata, montava sanduíches e cuidava da limpeza. Vinte e cinco anos se passaram e Íris, hoje com 41 anos, continua no McDonald’s, mas na função de diretora de treinamento da rede para a América Latina. Acima dela hierarquicamente estão apenas o vice-presidente e o CEO da companhia. Abaixo, um time de cerca de 3 mil pessoas. “As coisas foram acontecendo de forma natural na minha carreira”, diz Íris. “Eu estava fazendo o meu trabalho muito focada e de repente alguém me chamava para um outro cargo.” Íris Barbosa ilustra um movimento crescente nas empresas: a ascensão de mulheres a postos gerenciais. O que essas empresas podem ainda não saber é que a decisão de promover o sexo feminino leva a ganhos financeiros maiores. É o que aponta um estudo recente da consultoria McKinsey apresentado no evento Women’s Forum for the Economy and Society, realizado na França. A McKinsey tem estudado, nos últimos anos, a relação entre o desempenho financeiro de organizações de vários portes e o número de mulheres em cargos de alta gerência. Uma das conclusões é que as companhias que têm um número alto de mulheres no comando são também as que possuem melhores desempenhos organizacional e financeiro, além de maior crescimento no valor das ações. Para chegar a essa conclusão, a consultoria se baseou em entrevistas com 58.240 funcionários de 101 empresas no mundo.

No banco JPMorgan Chase, 48% dos cargos
gerenciais são ocupados hoje por mulheres,
que estão em 27% dos postos de alto comando

O levantamento analisou nove dimensões, de liderança e responsabilidade a inovação. No quesito liderança, por exemplo, uma empresa que possui três ou mais mulheres em seus quadros de alta gerência alcançou 72% de eficiência, ante 68% naquelas eminentemente masculinas. Em relação a ambiente de trabalho e valores, as empresas que empregam mais mulheres registraram 55% de eficiência, ante 48% nas outras. Com variações maiores ou menores, as companhias que promovem suas funcionárias lideraram em todos os nove quesitos analisados (veja o quadro). Mas ainda é verdade que quanto mais de perto se olhe o topo da companhia, menos mulheres ainda se vê. Da lista da Fortune 500 deste ano, apenas 12 são dirigidas por executivas. Uma pesquisa da Universidade de Maryland e da Columbia Business School com as 1,5 mil maiores corporações americanas mostra que só 2,5% têm uma mulher na presidência. Mas evidências como as apuradas pelo estudo da McKinsey ajudam a alimentar o discurso da importância da diversidade. Companhias citadas na pesquisa, como o JPMorgan Chase e o Lloyds TSB, ajudam a provar a tese. No banco JPMorgan, 48% dos cargos gerenciais são ocupados hoje por mulheres, que estão também em 27% dos postos de alto comando, ante 19% em 1996. “Mulher trabalha melhor em equipe. É mais sensível para detectar problemas e tem a vantagem de ser conciliadora”, afirma Íris, do McDonald’s.

Nos anos 90, os departamentos de RH tinham como missão ampliar o alcance da competência feminina. Hoje, o grande dilema é outro: reter funcionárias talentosas. Para isso, é preciso criar e manter um ambiente que as estimule. Segundo a pesquisa da McKinsey, tem crescido nas corporações a oferta de horários flexíveis e os cuidados em relação à maternidade. Levantamento de 2007 mostra que as empresas classificadas como family friendly têm receita de cerca de US$ 1 mil a mais por ano, por funcionário.

Peladões mesmo, só de Cueca!

Espero que a moda não chegue ao Brasil! Jogadores de times italianos estão comemorando os gols arrancando a roupa, literalmente. Primeiro, foi Vucinic, atacante da Roma, no último domingo pelo campeonato italiano. O jornalista Silvio Lancelotti, pela ESPN, “perdeu o rebolado” quando teve que comentar a comemoração do gol…

Ontem, outro peladão em campo: Cassano, pela Sampdória, contra o time espanhol do Sevilla.

Até há pouco tempo, jogador que tirasse a camisa era expulso de campo. Hoje, o ato de “desconfigurar o uniforme”, caracterizado por (pelo menos), levantar a camisa sobre a cabeça, não importando se está com outra por baixo ou não, é advertência com cartão amarelo. Ou seja, arrancou a camisa, levou um “amarelinho”. Se já tiver amarelo… rua.

Mas, e tirar o calção? Confesso que não sei o que os árbitros dessas partidas fizeram, pois vi o lance do primeiro gol no programa “show da rodada”, que não mostrou a seqüência do lance, e nem o jogo de ontem, pela Copa da UEFA. Se alguém souber, por favor, post nos comentários.

Eu entendo ser cartão vermelho. Ninguém é obrigado a ver atleta de cueca no jogo. Não é simplesmente amarelo por comemoração excessiva de gol ou descaracterização do uniforme; é desrespeito ao público e ao adversário também!

Olha a foto da figuraça:

 

 

A Cartilha das Crianças Superdotadas

O Governo do Estado de SP divulgou uma cartilha para professores identificarem crianças superdotadas. Se você “desconfia” de alguma, leve em consideração tais características:

(Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI19697-15228,00-COMO+IDENTIFICAR+SE+O+SEU+FILHO+E+UM+SUPERDOTADO.html)

 

Como identificar se o seu filho é um superdotado

Manual produzido pela Secretaria da Educação de São Paulo ensina professores da rede pública a identificar um aluno superdotado em sala de aula – e as mesmas regras servem para os pais
 por Laura Lopes

 

A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo lançou, em dezembro, o manual Um Olhar para as Altas Habilidades, que será distribuído aos professores da rede pública de ensino a partir de janeiro de 2009. A publicação ensina os docentes a identificar, em sala de aula, um aluno superdotado, com altas habilidades em alguma área, e fala sobre o que fazer para que seu talento seja desenvolvido. A organizadora, Christina Cupertino, psícóloga, enumera as principais características desses alunos, dá dicas de que tipo de comportamento é preciso observar e conta a experiência de outros professores que conseguiram fazer essas crianças e adolescentes desenvolverem suas habilidades.

O trabalho começou há um ano e meio, quando a Secretaria formou 270 docentes capazes de identificar tais alunos. Desde então, por meio do programa “Caça-Talentos”, o número de alunos superdotados matriculados nas escolas públicas paulistas pulou de 97 para 397. Isso não quer dizer que o número de gênios está aumentando, mas que eles estão sendo identificados pelos professores. “Superdotado não é aquele estudante que tem facilidade de memorizar fórmulas e decorar datas, como a maioria pensa”, afirma Maria Elisabete da Costa, diretora do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (Cape), órgão da Secretaria responsável pela capacitação dos professores. “Ele é aquele que combina sensibilidade, criatividade e capacidade de criar e propor soluções novas para problemas na sala de aula”.

Crianças superdotadas têm:

alto grau de curiosidade
vocabulário avançado para a sua idade
liderança e autoconfiança
grande interesse por um assunto e especial dedicação a ele
ótima memória
criatividade
facilidade de aprendizagem
alfabetização precoce
excelente desempenho em uma ou mais disciplinas em comparação a seus pares
habilidade para adaptar ou modificar idéias
facilidade em fazer observações perspicazes
persistência ao buscar um objetivo
comportamento que requer pouca orientação do professor

Crianças que não são identificadas precocemente mostram-se:

desinteressadas pela escola
vulneráveis a críticas
com problemas de conduta, como indisciplina
questionadoras das regras

Algumas crianças podem ser precoces e parecer ter altas habilidades até os oito ou noves anos – quando acabam por se igualar aos colegas de sua faixa etária. Se esses talentos persistirem depois dessa idade, é muito provável que se trate de um superdotado. Por isso, alguns cuidados na identificação podem evitar confusões.

O superdotado apresenta três características, que devem ser freqüentes e duradouras, assim como a intensidade, persistência e consistência. São elas: habilidade acima da média, criatividade e compromisso com a tarefa.

A criança apenas precoce apresenta só um desses comportamentos (normalmente a habilidade).

A criança superdotada está sempre acima da média, enquanto a precoce se ajusta à média em algum momento da vida infantil.

As altas habilidades estão em várias áreas, não só no desempenho acadêmico ou científico.

Uma corrente pedagógica diz que não existe escola ideal e que as crianças superdotadas devem permanecer em classes regulares, estando adiantadas ou não. No entanto, o professor deve saber identificá-las e propor atividades extras.

Não se deve sobrecarregar o superdotado com tarefas, mas sim acompanhar e oferecer subsídios para o desenvolvimento de seu potencial – lembrando que as atividades não devem estimular apenas o potencial identificado. Mesmo que a criança goste de matemática, por exemplo, o ideal é incentivá-la a estudar português e praticar esportes, por exemplo;

Não transforme a criança num pequeno adulto, mesmo que ela seja excelente artista ou aluna.

Decidir se a criança deve pular ou não um ano na escola deve considerar também a maturidade, e não apenas a habilidade do aluno. Por isso, considere com cuidado a possibilidade de aceleração porque a educação não é apenas o conteúdo, é formação e vivência.

Não incentive a competição.

Fonte: Um Olhar para as Altas Habilidades – Construindo Caminhos, da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo

Oração da Espera – Estou Pronto, meu Deus

Senhor Deus, eu estou pronto para fazer sua vontade.

Se o que peço com fé for do seu agrado, agradeço, pois sua bondade viu meu esforço, a luta contra tudo e contra todos, a manifestação da justiça e a ombridade.

Se não for possível, também agradeço, pois me alegro de ser injustiçado por ter sido honesto, de usar da lisura e buscar a prática dos valores cristãos.

Sabe o quanto sou fraco e pecador. E de toda minha história. Estou pronto para a resposta que terei. Obrigado, pois tudo que façamos, devemos fazer para a Tua honra e glória. Perdoai àqueles que nos iludem e enganam, que não são transparentes e vivem na obscuridade.

Eu te exultarei, meu Senhor e Deus (…)  Mesmo na tempestade, te louvarei de verdade. (…) Salmodiarei por todo o sempre, (…) pois Tu és o meu Pastor, e nada me faltará.

Nossa Senhora Aparecida, Senhora do Carmo, de Fátima, de tantos títulos e invocações, rogai por nós!

Mulheres de 2 Neurônios – Frase Infeliz

 

Que pena a infeliz frase do presidente do Fluminense, Roberto Horcades. Dirigente respeitado, mas que talvez devesse ser mais respeitador.

Olha que comentário natural e inoportuno:

 

Extraído de: http://esportes.terra.com.br/futebol/estaduais/2009/interna/0,,OI3397839-EI12405,00-Presidente+do+Fluminense+diz+que+mulheres+tem+dois+neuronios.html

 

 

Presidente do Flu: mulheres têm dois neurônios

 

O presidente do Fluminense, Roberto Horcades, cometeu uma gafe durante uma entrevista. Ao elogiar o técnico da seleção feminina de futebol nas Olimpíadas de Atenas, René Simões, ele disse que as mulheres têm apenas dois neurônios. A informação foi divulgada pelo Jornal da Globo.

“Ele foi treinar as meninas lá em Atenas e aí conseguiu fazer com que as mulheres, com dois neurônios, chegassem a vice-campeãs mundiais”, comentou.

Depois de conquistar a prata em Atenas, as brasileiras foram vice-campeãs mundiais, campeãs pan-americanas e, outra vez, vice-campeãs olímpicas em Pequim.