Hoje se recorda a abolição da escravatura no Brasil. A grosso modo, a Princesa Isabel (e esta é uma opinião bem particular) fez um DESSERVIÇO à nação. Calma, não é um comentário racista, muito pelo contrário (novamente, lembro que só deve existir uma raça, a raça humana). O questionamento se dá pelo fato de, demagogicamente, assinar uma lei libertando os negros da escravidão, e… e o quê? Simplesmente, o escravo que vivia nas senzalas estava livre, e a partir daquele momento, estava solto, sem casa, sem comida, sem dinheiro, e com alguns trapos no corpo! Não houve nenhum programa de inserção do negro à sociedade. E, até hoje, os negros pagam o preço de tal medida sem planejamento futuro nem preocupação social: Qual o percentual de negros em Universidades? Na Política? Nas artes?
Recentemente, a ONG AfroBrasil divulgou um levantamento da CNT-Sensus: no Brasil, apenas 3,3 % dos negros chegam a cargos de comando na Administração de Empresas.
Dia: maio 13, 2008
A Espiritualidade nas Empresas
Na última aula, trabalhamos um tema muito interessante sobre Espiritualidade nas Organizações. Coloco à disposição o tema, acompanhado de um fórum de debates do Portal Exame com o Yahoo!:
http://br.groups.yahoo.com/group/vivernatural/message/526
Em sala de aula, os trabalhos sobre o assunto e a resposta à questão “O que você pensa sobre a mistura de religião e ambiente de trabalho?” trouxe uma diversidade impressionante de opiniões. Claro, todas respeitosas e anonimamente. Tentei fazer um apanhado, buscando sintetizar o que pensa a sala:
Alguns alunos citaram ser um ponto de discórdia esta mistura, alegando que isso “é um problema, pois são assuntos diferentes que tratam de coisas distintas”, pois “negócios e religião não deveriam se misturar por têm caminhos conflitantes”. Ademais, seguindo outro aluno, “o patrão fará proselitismo, pois eu mesmo quase fui convertido pelo meu chefe”, corroborando, outro trabalho disse que “é um problema o conflito de religiões no meu departamento, pois só tem fanático”.
Por outro lado, outros defenderam essa associação, pois “levar o que as religiões ensinam e o que há de bom ‘para o bem comum’ para dentro das empresas é viável”, além de que “as práticas positivistas fraternas deveriam ser adotadas em todas as organizações”. Por fim, outro aluno diz ainda que “a tolerância parte do ecumenismo e a empresa é parte dessa sociedade”, pois devemos “agir com o mesmo espírito de paz, harmonia e amizade na Igreja, em casa e no trabalho”.
Percebeu-se que muitos ponderam suas respostas no respeito a todas as crenças sem se aprofundar, pois “prudentemente eu tenho a minha religião, você a sua e ninguém questione isso na hora de trabalhar”. Ou o texto final de outros 2 trabalhos (usaram a mesma lógica na resposta) de que “política, futebol e religião não se discute”.
