– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Atitudes para alcançar o sucesso? Aqui vão 5 delas:

Muito legal esse artigo: atitudes conscientes e simples para se alcançar o sucesso nos negócios.

Abaixo, extraído de Revista Dinheiro (clique aqui para link)

CINCO ATITUDES PARA QUEM QUER ALCANÇAR O SUCESSO

Por Carlos Wizard

Atitudes positivas e estrategicamente pensadas são fatores imprescindíveis para os empreendedores que trabalham em busca de resultados. O dia a dia nos negócios exige que o gestor esteja sempre atento às formas de se manter competitivo em um mundo cada vez mais dinâmico. Expandir os negócios é uma constante na agenda de quem pretende manter a liderança em seu setor.

Além de estratégias comerciais, alcançar o sucesso exige sabedoria para escolher o seu time e para mantê-lo motivado, utilizando todo o seu potencial criativo e de realização. Tornar um sonho individual em um sonho coletivo e manter uma equipe coesa é importante para quem quer alavancar os negócios. Afinal, ninguém já fez algo grandioso sozinho.

Nesse sentido a delegação é um elemento fundamental para todo gestor que busca se destacar em sua área de atuação. Após delegar o papel do líder é acompanhar e apoiar sua equipe e o desempenho individual dos profissionais que são parte de sua equipe. Talvez o papel principal do líder seja estabelecer metas realistas, porém, desafiadoras de modo a motivar os membros da equipe a superar seus resultados atuais.

Compartilho alguns dos conceitos que utilizo no meu dia a dia e que se forem seguidos, podem gerar grandes resultados em sua organização. Confira:

1)– A busca por resultados altos: Um dos princípios que adotei em relação ao meu time é ter ao meu lado profissionais de alta performance. Uma das formas de manter os colabores sempre motivados a entregarem os melhores resultados é promover uma espécie de competição entre eles, acompanhando os indicadores de vendas e bonificando, reconhecendo e valorizando aqueles que superam as metas.

Uma forma de incentivar até mesmo aqueles que não entregaram os resultados desejados, é oferecer a oportunidade de participar de treinamentos que ajudarão cada um aprimorar suas qualificações. Entretanto, se mesmo assim após um período de tempo combinado entre as partes, ainda não houver resultados positivos, não dá para ser complacente e aceitar o baixo desempenho.

2)– A busca por novos clientes: não acredite que um número fixo de clientes é o suficiente para manter o seu negócio e alcançar a liderança. É preciso ter consciência que quem se acomoda é rapidamente ultrapassado pela concorrência, perde participação no mercado e reduz suas chances de uma retomada. Por isso tenha um foco constante na busca de novos clientes. Em outras palavras, isso significa vendas, vendas, vendas.

3)– Definição de indicadores financeiros: defina quais são os indicadores financeiros que vão direcionar seu negócio. São eles que vão mostrar se você está no caminho correto e seguindo passos seguros para cumprir as suas metas. Com indicadores bem definidos você não precisará confiar somente no discurso de seus colaboradores ou no humor do mercado. Os números falam por si e demonstram com fidelidade o crescimento de seu negócio.

4)– Sociedade: Ter ou não ter? eis a questão: Em algum momento você pensou em ter um sócio? Pois essa é uma questão para se pensar com muito cuidado. Minha experiência diz que só se deve buscar um sócio em duas situações específicas: se você não tem os recursos financeiros para levar sozinho o seu projeto avante ou se não tem o conhecimento necessário para fazer o negócio crescer. Se você optar por ter um sócio, lembre-se de definir uma porta de entrada e outra de saída, e determinar muito bem qual a participação e responsabilidades de cada um. Tomar as devidas precauções, sempre imaginando que em algum momento pode haver ruptura, pode evitar muita dor de cabeça futura.

5)– Contratação de profissionais com potencial de crescimento: colocar a pessoa certa no lugar certo não é uma tarefa fácil. Por isso, quando for contratar um profissional, opte por pessoas com potencial, capacitando-as por meio de um modelo de educação corporativa consistente e que as prepare para enfrentar os desafios futuro. Busque profissionais capazes de trazer inovações, reduções de custo, aumento de eficiência e rentabilidade ao negócio. As organizações precisam de pessoas que tragam soluções para seu negócio e que façam a diferença nos resultados da empresa.

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– Ser adolescente até os 24 anos?

Estudos na Austrália dizem: devido aos tempos modernos, a adolescência vai até mais tarde em alguns casos.

Aliás, ser adolescente compreende qual período real de vida?

Sobre isso,

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/estudo-diz-que-adolescencia-vai-ate-os-24-anos-e-divide-opinioes/

ESTUDO DIZ QUE ADOLESCÊNCIA VAI ATÉ OS 24 ANOS E DIVIDE OPINIÕES

Por Daniele Silva

Em meio à fase da adolescência o sonho de todo jovem é atingir a maioridade para ser dono de seu próprio nariz e senhor de suas ideias. Entretanto, um estudo feito por cientistas australianos opõe-se a essa idealização de vida planejada por aqueles que acabaram de completar os tão sonhados 18 anos e estão comemorando a entrada na vida adulta. De acordo com esse estudo, o período da adolescência, enquadrado dos 10 aos 19 anos, ganhou uma sobrevida e se estendeu por mais cinco anos. O argumento usado para defender essa mudança é de que os jovens têm optado cada vez mais por prolongarem seus estudos, logo, acabam adiando decisões que marcariam o início da vida adulta, como por exemplo, a saída da casa dos pais. Entre os jovens jundiaienses o que se encontra são justificativas que refutam essa ideia proposta pelos cientistas australianos. O estudante Matheus Casaloti, de 21 anos, vê como equivocada a postergação do período da adolescência, já que para ele, residir ou não na casa dos pais não faz com que a pessoa seja adolescente, afinal são as responsabilidades e tarefas que conferem a maturidade. “Ainda moro com os meus pais, mas trabalho desde que tinha 16 anos. Pago meu curso técnico com meu salário e isso me faz ser um adulto”, explica.

Compartilhando do mesmo posicionamento de Matheus, o universitário Yan Alves, de 22 anos, também se considera adulto em virtude de seus deveres e obrigações desde que saiu da casa dos pais. No mercado de trabalho desde que concluiu o ensino médio, Yan afirma que o momento de curtição já passou e que é um adulto formado por ter muito pé no chão. Para ele, delimitar uma idade em que se termina a adolescência e começa a fase adulta é uma questão variável. “Quando se é adulto há uma preocupação intensa não só com as necessidades pessoais como também as profissionais. No meu caso minhas obrigações com o trabalho e a universidade e a responsabilidade com a moradia são o que me enquadram nessa categoria”, explica. Segundo a psicóloga e terapeuta Ana Foelkel, de 43 anos, determinar que um jovem de 24 anos, por exemplo, ainda é adolescente traz sérias consequências para o seu amadurecimento, uma vez que se estimula uma dependência com os pais resultando em um comportamento de infantilidade que os impede de encarar os desafios que a vida exige. “Essa postergação pode resultar em futuras gerações menos independentes, além de uma reconfiguração no mercado de trabalho, já que este será composto de uma massa despreparada”, argumenta ela.

Ana ainda ressalta que a postura adotada pelos pais é determinante para a permanência dos jovens na adolescência. Segundo ela, a superproteção dos pais coloca a pessoa em uma situação de comodismo e a torna insegura para tomar decisões. Em meio a essa realidade, a psicóloga argumenta que a melhor forma de se ter um bom desenvolvimento cognitivo e intelectual é estimular os jovens desde cedo a assumirem responsabilidades. Como é o caso de Emanuelly Capucci que está dando seus primeiros passos rumo a experimentação da vida adulta. A jovem de 16 anos estuda e trabalha há quase três semanas em seu primeiro emprego. “Ainda sou adolescente, é claro, mas é bom sentir na pele essa amostra grátis de como é ser adulta”, brinca.

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– Os mais inteligentes estão fugindo do Brasil?

Uma matéria da Revista Veja (ed 21/02/18, pg 30) traz uma informação importante: pessoas mais estudadas estão indo embora do nosso país para viver no Exterior. Abaixo:

QUATRO SINAIS DE QUE O PAÍS VIVE UMA FUGA DE CÉREBROS

  1. Mais emigrantes têm nível superior – levantamento realizado pela consultoria especializada em expatriação JPJ Partners sobre uma base de dados composta de 240 clientes revela que, nos últimos quatro anos, o porcentual de pessoas com formação superior que se mudaram para os Estados Unidos subiu de 83% para 93%.
  2. Mais famílias inteiras se mudaram – Há quatro anos, 41% dos expatriados pesquisados eram casados e, destes, 63% tinham pelo menos um filho. Hoje, o percentual de expatriados casados subiu para 68% e o dos expatriados casados copm um filho ou mais atingiu 83%.
  3. A faixa etária dos expatriados aumentou – Até 2013, 61% dos pesquisados que haviam se mudado para os Estados Unidos tinham até 29 anos. Hoje, a massa migratória majoritária, que chega a 57% do total, tem entre 30 e 49 anos – justamente a fase em que os indivíduos tendem a ter uma carreira mais consolidada e maior poder aquisitivo.
  4. Quem foi não pretende voltar – 92% dos pesquisados dizem não ter planos de voltar a viver no Brasil nos próximos três anos. As principais razões para a saída são, pela ordem: a violência, a instabilidade econômica e a corrupção.

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– O novo perfil de funcionários repensado pelas empresas: a Personalidade acima da Habilidade?

As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.

Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).

Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,

Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20

PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO

Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.

Por Érica Fraga

A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.

Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.

Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).

Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.

Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.

O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.

O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.

O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.

Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.

PERSONALIDADE

As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.

No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.

As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.

Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.

As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.

Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.

Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.

As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.

A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.

Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.

Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.