– E se o São Paulo FC jogar com o time reserva?

Vampeta, presidente do Audax, trouxe a informação dos dois valores a serem cobrados nos primeiros jogos do seu time no Campeonato Paulista:

– Para Audax x São Paulo em Barueri (o mesmo estádio do 100o gol, no qual será de novo um palco histórico para a estréia do ex-goleiro como treinador), o preço será de R$ 100,00. Claro, a justificativa é aceita: o jogo é um evento e marcará a nova fase da carreira do Rogério.

– Para Audax x Corinthians em Osasco (sede do clube), o preço será de R$ 20,00, pois ocorrerá no aniversário da cidade e o valor baixo se deve a um presente do clube aos munícipes. Justificativa também coerente.

É claro que tal fato provocará discussão, mas fica a imediata pergunta: e se o São Paulo FC quiser promover ele próprio o evento, colocando um time reserva em campo e estreando Rogério Ceni dentro do Morumbi, na rodada seguinte?

A lógica seria a de que o Audax lucraria menos do que deseja e o SPFC aproveitaria a oportunidade para faturar. O problema é: vale jogar com o time da Copa São Paulo de Jrs, por exemplo, e enfraquecer o confronto?

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– Paremos com gritos homofóbicos: pelo hábito, pela força ou pela multa.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– Quem são os favoritos para a UCL?

A Liga dos Campeões da Europa retorna em breve, repleta de bons jogos. 

E quem levará a Taça?

Para mim, pelo que está jogando, será o Real Madrid, mesmo se ocorrer uma hipotética final contra o excepcional Barcelona

Mas algum gaiato colocou em forma de memes os prognósticos. Muito bacana e acho que os palpites são por aí mesmo. Abaixo:

– Análise da Arbitragem do Paulista 1×0 Joinville

A troca de árbitros para o jogo decisivo do Galo na Copa São Paulo 2017 foi muito boa. Uma excelente atuação (faz tempo que não escrevia isso, não?) do quarteto de arbitragem no Estádio Jayme Cintra.

Escalado posteriormente à divulgação inicial da escala (estava no jogo Paulo Santiago, que foi retirado da partida por ter trabalhado 48 horas antes em jogo do próprio Joinville), Rodrigo Santos mostrou ter vocação como árbitro.

Aos 5 minutos, na falta sofrida por Zunquinha (PFC) e na cometida por Bryan (PFC), soube se impor corretamente, fazendo cara feia e aplicando a advertência verbal. Impediu aglomerados de jogadores fazendo aquele “cerca-árbitro” de reclamações. Coibiu a cera do goleiro Felipe (JOI) no começo da partida e não se intimidou com as simulações de falta de Criciúma (PFC). Acertou ao não marcar pênalti reclamado por Moisés (PFC) e advertir Thierry (JOI) por impedir a saída de bola do goleiro adversário. Aplicou muito bem a lei da vantagem aos 33 minutos, fazendo a leitura perfeita de que surgiria um contra-ataque.

Disciplinar e tecnicamente, uma única ressalva: Arthur (PFC) e Perisike (JOI) dividiram a bola no alto, e ambos bateram cabeça. Equivocadamente o árbitro entendeu lance faltoso de Arthur e lhe aplicou o Cartão Amarelo, sendo o isolado erro relevante a ser citado.

Fisicamente o árbitro também esteve perfeito, EXCETO na postura e colocação em cobrança de faltas. Assim como seu colega da rodada passada, talvez pela falta de experiência, deu as costas ao batedor em cobrança frontal, flexionando os joelhos numa feia posição de “prestar atenção”, “arrebitando o bumbum” obcecado pela barreira e grande área. Isso deve ser corrigido com urgência: olhar a periferia e se posicionar melhor (pois se o cobrador toca ao seu companheiro do lado, o árbitro ficaria ”vendido no lance”), estando atento ao momento da cobrança, se faz necessário.

Também destaco os bandeiras Claudenir Donizete e Edislânio Nunes, sem qualquer ressalva. José Paulo Canale, o quarto-árbitro, foi ativo e ajudou seus companheiros.

Três observações:

– Para a preliminar entre Red Bull x Vitória da Conquista, um grande amigo foi com sua família ao Jayme Cintra. Eles são torcedores do Red Bull e até nos “espaços-família” reservados à equipe do Toro Loko nos estádios dos grandes times Brasil afora estiveram. No Jayme Cintra, a PM proibiu seu acesso às cadeiras cativas por estarem com camisa do clube de origem austríaca! Ora, havia torcedores das 4 equipes da chave além de outros times nas cadeiras, foi um tremendo despreparo e desrespeito à família (de origem estrangeira mas radicada em Jundiaí) que teve que assistir o jogo debaixo de sol escaldante no estádio, naquele momento, vazio.

– Novamente existiram gritos de BICHA quando o goleiro adversário cobrava o tiro de meta. Pra quê? A CBF foi multada em Outubro e em Novembro por tais gritos em jogos da Seleção. Desde então, reforçou-se o pedido para que os clubes orientem seus torcedores para não proferirem em coro tais gritos homofóbicos, além dos racistas e outros de injúria. Os times de São Paulo pedem através de seu sistema de som para que a torcida não pratique tal ato, sendo que a agremiação pode ser multada financeiramente, punida para que jogue com portões fechados e até perder o mando de jogo. Por sorte, os árbitros que aqui vieram não cumpriram a recomendação de relatarem e/ou não observaram as ofensas.

– O próximo jogo será dia 10, 3a feira, às 18h30 contra o Atlético Goianiense no Jayme Cintra. Que a torcida possa comparecer e as crianças e mulheres presentes no estádio se façam em grande número.

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(foto de Thiago Baptista de Olim, site Esporte Jundiaí).

– E os milhões que a FIFA prometeu à CBF?

Cerca de R$ 320 milhões de reais (ou 100 milhões de dólares) que a CBF deveria receber, estão parados no cofre da FIFA. Motivo: a não confiabilidade do uso dos recursos!

Em: http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-diz-que-condicoes-nao-estao-dadas-para-repassar-dinheiro-para-cbf,10000098501

FIFA DIZ QUE ‘CONDIÇÕES NÃO ESTÃO DADAS’ PARA REPASSAR DINHEIRO PARA CBF

Entidade máxima confirmou que por enquanto não existem planos de liberar os recursos

Por Jamil Chade

A Fifa alertou que “as condições não estão dadas” para que a entidade libere quase US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 320 milhões) para a CBF investir no futebol. O fundo que deveria ajudar as regiões mais pobres do País a erguer centros de treinamentos e financiar o futebol feminino havia sido uma promessa da Fifa como parte do legado da Copa do Mundo de 2014.

Ao Estado, porém, a entidade máxima do futebol confirmou que, pelo menos por enquanto, não existem planos de liberar os recursos. Em dezembro, uma delegação da CBF chegou a viajar a Zurique para apresentar à Fifa os projetos sociais que estariam sendo desenvolvidos, além de negociar como garantir acesso aos recursos. Mas não conseguiram convencer os cartolas na Suíça de que existem condições de averiguar como o dinheiro seria destinado. “As condições não estão dadas”, justificou a entidade, por meio de seu departamento de imprensa.

Uma reunião do Conselho da Fifa em Zurique está programada para ocorrer na próxima semana, uma vez mais com representantes da CBF e da Conmebol. Mas não existe nenhum ponto na agenda estabelecido para tratar do dinheiro.

O Estado apurou que existem dois obstáculos para a liberação do dinheiro. O primeiro deles se refere à situação de Marco Polo Del Nero, presidente da CBF e indiciado nos Estados Unidos por corrupção.

A Fifa ainda precisa se defender nos tribunais americanos e, diante dessa situação, advogados aconselharam a entidade a romper relações financeiras com qualquer pessoa implicada na investigação. Repassar US$ 100 milhões para a entidade comandada por Del Nero, portanto, poderia ter consequências negativas para a Fifa no caso que ainda vai levar diversos cartolas aos tribunais em Nova York neste ano. Outro argumento que também pesa é o fato de a CBF ainda não ter concluído suas reformas internas.

Dos US$ 100 milhões inicialmente prometidos, o Estadão.com apurou que apenas cerca de US$ 8 milhões (R$ 26 milhões) chegaram até o Brasil. Em dezembro de 2015, a CBF argumentou à reportagem que a culpa pela demora na liberação dos recursos era da Fifa.

“Segundo a Fifa, tendo em vista os acontecimentos recentes, a entidade está totalmente dedicada na revisão de seus processos de compliance financeiro”, indicou a CBF na ocasião.

Naquele momento, na capital do Tocantins, Palmas, um terreno de 40 mil metros quadrados havia sido comprado. A promessa era de que, até o final de 2015, as obras começariam para criar um centro de treinamento financiado pela Fifa, o que nunca ocorreu.

A federação beneficiada era uma velha aliada da CBF. Seu presidente, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), foi um dos políticos que recebeu doações da CBF para sua campanha ao Senado.

Quintanilha, que preside a federação estadual há mais de 20 anos, chegou a ter um inquérito aberto contra ele no STF, com relatórios do Ministério Público apontando que, ao lado do irmão, ele foi suspeito de um montar um esquema de desvio e favorecimento de empreiteiras com recursos de emendas. O esquema, descoberto em 2000, teria a participação de empreiteiras e atingiu 80 obras. Uma das empresas, a Forma, era suspeita de ganhar licitações, sem realizar as obras. Ela, então, contratava outra empreiteira e distribuía os lucros.

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– Boa sorte ao Rogério Ceni

Tudo depende da boa ou má vontade para se avaliar um trabalho que se inicia. Digo isso pois Rogério Ceni mostrou métodos não usuais em seu primeiro dia como técnico.

O hiato do mundo do futebol de 1 ano, passando de jogador para treinador, não foi vazio. Ele estudou e se preparou. Quando entrou em campo, inovou: atividade de alta intensidade (com modelo da NFL) e já iniciando os treinos com bola.

Se tal radicalização for feita por um desconhecido, alguns chamariam de “Professor Pardal”. Se feita por um estudioso, é chamado de Revolucionário”. Se feita por um veterano, está “fugindo do usual”.

Para os que gostam do futebol-ciência, Ceni começa com o pé direito deixando boa impressão. Para os arraigados à boleirice, é frescura que não dará certo.

Rogério conta com algo de positivo: não cai se perder os primeiros jogos pois tem respeito da diretoria. É por isso que terá tempo para trabalhar e pode mostrar serviço. Tende a frutificar positivamente!

Aliás, é curioso ver: o são-paulino crê piamente no sucesso. Os adversários, no fracasso! É nisso que habita a graça do torcedor – e sem violência física ou verbal!

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– Cofres abertos do Palmeiras

A notícia é de que o Palmeiras pode estar contratando Camilo, do Botafogo.

Puxa, mais um dos muitos reforços do Verdão para a Libertadores da América (que fica mais forte e desfalca um adversário importante). O que será que fará Eduardo Baptista, o novo treinador? O seu perfil e estilo é bem diferente de Cuca, embora ambos sejam competentes.

Aguardemos!

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– Trocou o Juizão de Joinville x Paulista

Após alertada de que o mesmo árbitro, Paulo Santiago de Medeiros, que apitou RedBull x Joinville, apitaria 48 horas depois o mesmo Joinville contra o Paulista (vide em: http://wp.me/p55Mu0-1h3) , a Federação Paulista de Futebol trocou a escala: Rodrigo Santos, Professor de Educação Física, 31 anos de idade e 9 anos de carreira, com participação em séries A2 e A3, tendo já apitado Cruzeiro (MG) 2×0 River (PI) na Copa SP 2017, será o novo árbitro. O anterior foi remanejado para ABC (RN) x Atlético (GO) – que se cruzarão possivelmente com Joinville ou Paulista na próxima 3a feira.

O restante do quarteto continuará o mesmo: os bandeiras serão Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva (com muita experiência até em série A1, e em todas as vezes que esteve no Jayme Cintra foi muito bem) e Edislandio Nunes Bernardo (mais jovem). José Paulo Canale será o quarto árbitro.

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– Assim, não, FPF! Sobre análise Pré-Jogo para Paulista x Joinville

Tenho plena certeza que, pelo excessivo número de jogos da competição, essa escala “passou batido”: Paulo Santiago de Medeiros, 32 anos, professor, o mesmo que apitou há pouco a vitória do RedBull sobre o Joinville, apitará Joinville x Paulista pela última rodada da fase de grupos da Copa São Paulo.

Não gostei. Em 48 horas o mesmo árbitro apitará dois jogos seguidos do mesmo time? Aí não dá, sabedor do grande elenco de árbitros pertencentes ao quadro.

Claro, sei que, provavelmente, foi um erro na confecção das escalas. Será que ela vai mudar?

Os bandeiras serão Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva (com muita experiência até em série A1, e em todas as vezes que esteve no Jayme Cintra foi muito bem) e Edislandio Nunes Bernardo (mais jovem). José Paulo Canale será o quarto árbitro.

Desejo boa sorte à arbitragem e ótimo jogo aos clubes.

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Primeiros Passos de Vitória da Conquista

Procurei ter boa vontade com o árbitro Michel Luciano de Lima, mas foi uma missão inglória.

E por quê?

Vamos lá: logo no começo do jogo houve uma falta não marcada para a equipe do Vitória da Conquista, no meio de campo, na qual fez boa leitura e aplicou a lei da vantagem. Ótimo, pensei que veria uma grande arbitragem! Foram duas vantagens acertadas para o Vitória e duas para o Paulista (ambas em lances de meio campo). Entretanto, aos 80 minutos de jogo, no lance em que poderia se consagrar, um atleta do Paulista sofre a falta no meio de campo mas a bola sobra para seu companheiro atacante disparar para o gol. O árbitro não aplica a vantagem e mata o contra-ataque.

Visivelmente, o time baiano é mais franzino do que o time paulista. Em boa parte das bolas divididas, é natural que o jogador mais fraco caia. Nesses lances, o árbitro entendeu como tranco com força excessiva. Errou, e elevou o número de faltas: PFC 19 x 10 VIT, sendo que o centroavante Matheus Sylvestre cometeu 6 (4 por “tranco” ilegal, marcadas com equívoco).

Com esse critério, o árbitro foi até o final da partida (em um jogo fácil para se apitar). Porém, quando o jogo ficou mais nervoso, o árbitro se atrapalhou e não marcou algumas faltas para ambas equipes.

Uma dificuldade muito grande foi o posicionamento na bola parada. Em quatro faltas frontais, ele marcou a barreira e ficou ao lado e/ou atrás dela, não tendo condição adequada para fiscalizar o batedor e a própria barreira. Na última falta a favor do Vitória (52m), ficou olhando para o gol, de costas ao cobrador de faltas, que tinha um companheiro ao seu lado. Se ele toca a bola ao lado, o jogo teria se reiniciado, a jogada continuaria e ele nada teria visto. Errou feio nesse posicionamento.

Cito 5 situações mais difíceis para a arbitragem (lances polêmicos), que em nossa ótica acertou em 2:

  • 43m: Felipe (VIT) empurra Matheus Brandon (PAU) dentro da área, durante a cobrança de escanteio, fora do lance da bola. O árbitro estava apenas olhando a bola e não observou a indubitável infração, citada na hora da nossa cabine de transmissão. Errou ao não marcar o pênalti.
  • 44m: Roni (VIT) tenta marcar o atacante do Paulista, se adianta a ele e toca a bola para o goleiro Abílio. Foi recuo deliberado (intencional), e provavelmente o árbitro foi iludido crendo que a bola fora tocada pelo jogador atacante. Errou de novo.
  • 52m: O zagueiro Felipe Santana (VIT) divide a bola com Mateus Sylvestre (PAU) dentro da área, sendo que o atacante cai. Não foi pênalti, acertou o árbitro.
  • 79m: Um atacante do Paulista chuta ao gol e a bola bate no peito e no braço do defensor Vinícius (VIT), dentro da área. Não foi mão intencional nem de movimento antinatural. Acertou o árbitro ao não marcar o pênalti para o time de Jundiaí.
  • 93 min: O erro “compensatório”: o jogador do time da casa tem um adversário na sua marcação, sente a aproximação e no contato físico leve e legal ele… cai! Pênalti inexistente marcado a favor do Paulista (e que se converteu no gol do jogo). Errou novamente.

Enfim: quando não exigido, o árbitro se portou bem. Disciplinarmente, melhor ainda. Mas tecnicamente deixou a desejar em muitos lances decisivos.

Os bandeiras Thales José Pinheiro e Ricardo Luis Buzzi foram chamados a trabalhar em impedimentos importantes e acertaram. O quarto-árbitro Paulo Santiago de Medeiros não teve trabalho.

IMPORTANTE: supostamente, no final do jogo, um ou outro torcedor chamou o excelente goleiro baiano Abílio de BICHA, fazendo coro aos torcedores das grandes torcidas da Capital que imitaram no ano passado o hábito das torcidas mexicanas de chamarem os goleiros adversários de PUTO, durante a cobrança de tiros de meta. A FIFA determinou que gritos homofóbicos devem ser relatados pela arbitragem e a equipe cuja torcida gritou deve ser multada e até mesmo punida com perda de mando. Em São Paulo, os clubes solicitam aos torcedores para não gritarem tais ofensas durante os jogos. Tomara que o árbitro não tenha se atentado a essa situação e/ou entendido que foi apenas um ato isolado (a súmula não estava disponível até o encerramento deste texto para saber se foi relatado ou não).

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Vitória da Conquista (BA), Rodada 02 da Copa São Paulo

Michel Luciano de Lima, 37 anos, Professor de Educação Física, apitará nesta 5a feira no Jayme Cintra. É mais um árbitro buscando espaço, pois não tem trabalhado como árbitro central em jogos profissionais nos últimos anos.

Thales José Pinheiro, 30 anos, Funcionário Público, também com experiência em categorias amadoras e alguns jogos no profissional, será o bandeira 1.

Ricardo Luis Buzzi, 33 anos, militar, apenas 3 temporadas na FPF, será o bandeira 2.

Paulo Santiago de Medeiros, 31 anos, professor e com os mesmos predicados do árbitro principal, será o quarto-árbitro e depois apitará às 16h o jogo entre Red Bull e Joinville.

Desejo um bom jogo às equipes e boa atuação à arbitragem!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Vitória da Conquista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quinta-feira, às 14h00 – fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte! Lembrando: a jornada esportiva começa às 13h30.

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– Felipe Mello é “tudo isso”?

Vejo muita gente comemorando a chegada de Felipe Mello no Palmeiras. Com salário milionário e esforços para contratar, o Verdão não tem poupado recursos.

Ora, para mim, Mello é um jogador comum, com razoável poder de marcação e muito violento. Péssimo custo benefício, lembrando ainda que já fez juras de amor ao São Paulo e ao Flamengo. Era reserva na Internazionale de Milão. Na Turquia, ficou marcado pelos cartões vermelhos.

A pergunta é: vale tanto sacrifício por ele?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Red Bull

Uma atuação razoável, com altos e baixos do quarteto de arbitragem no Jayme Cintra na abertura da Copa São Paulo

O árbitro Saulo Samuel Muniz Felix não teve dificuldades em sua atuação (partida com 38 faltas, sendo o placar delas: PFC 18×20 RBB, com 6 cartões amarelos para o Galo e 3 cartões para o Toro Loko).

O árbitro permitiu no começo da partida algumas jogadas mais viris, poupando 1 cartão para cada equipe. Depois, sentindo que o jogo poderia pesar, aplicou corretamente as advertências. Apenas um equívoco: o Amarelo a Bryan, quando o árbitro estava muitíssimo próximo do lance (o excesso de proximidade às vezes ilude o juiz), não sendo merecedor da advertência.

Um ponto positivo do árbitro foi a boa sinalização (por exemplo, ao advertir Júlio por reincidência mostrando que ele houvera cometido a 3a falta leve). Também mostrou bom discernimento em jogadas duvidosas ao não marcar pênalti a favor do Paulista pedido por Mateus Silvestre após disputa na área, pois o zagueiro do Red Bull foi preciso na bola (em meu entender, já que o lance foi polêmico). Também gostei dele tecnicamente.

Pecou em não permitir cobranças rápidas de faltas, e após perceber uma certa animosidade dos atletas, resolveu marcar as supostas “faltinhas leves” (na verdade, disputas mais fortes legais não-faltosas), perdendo, em uma delas, uma boa situação de vantagem. Claro, tudo isso se melhorará com sequência de jogos e mais experiência. E um “puxão de orelha” / aconselhamento: permitir que o jogo se agilize mais, pois com os inúmeros atendimentos médicos dentro de campo, quase que o árbitro leva a crer que “estava fazendo cera”.

O árbitro assistente Patrick André Bardauil não foi tão bem. Inverteu um claro escanteio a favor do RedBull transformando em tiro de meta ao Paulista, no 1o tempo. Em lance de ataque do time do Galo, o adversário ergueu o pé em um lance de tiro livre indireto (não atingiu o jogador), o árbitro não havia marcado e o assistente resolve auxiliá-lo; porém, informou errado como tiro livre direto. Também não marcou um impedimento ao Red Bull e outro ao Paulista, ambos que poderiam resultar em gol. No final da partida, uma cena inusitada: um meio campista lhe perguntou as horas, ele não respondeu e estendeu o braço para que ele a visse em seu relógio. Flagrado, foi motivo de crítica em nosso comentário durante a partida (a arbitragem não tem que informar tempo de jogo aos atletas).

João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos, o bandeira 2, sofreu com a linha de impedimento do Red Bull. Os zagueiros Matheus Garrido e Rhayne saíam atrapalhados. Num desses lances, Matheus Silvestre ficou impedido no ataque e não foi sancionado. Depois quando não estava, foi (reitero: em lances rápidos e constantes). Entretanto, no lance capital, acertou: o centroavante do Paulista estava em condição de impedimento mas a bola foi a Criciúma, que vem de trás e faz o gol. Acerto do bandeira.

Já o quarto árbitro Lucas Bovi Baptistella não conseguiu conter os bancos. Numa das situações, uma cena engraçada: Umberto, o treinador do Galo, que se mostrou extremamente ativo e vibrante no jogo, foi orientando a equipe e, empolgado e concentrado, quase ultrapassou o meio de campo. Lucas passou por ele e foi ao banco advertir alguém que pedia o final da partida. A imagem, abaixo, foi curiosa:

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– Arbitragem para Paulista x Red Bull, Rodada 01 da Copa SP 2017

Para a estreia do Galo Jundiaiense contra o Toro Loko, apitará Saulo Samuel Muniz Felix, 30 anos de idade e 9 de carreira. Os bandeiras serão Patrick André Bardauil (28 anos) e João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos (30 anos). O quarto árbitro será Lucas Bovi Baptistella (28 anos).

Nesta competição, na maior parte dos jogos, os quartetos são escalados para dois jogos da chave na mesma rodada. Em Jayme Cintra, por exemplo, o árbitro de Paulista x Red Bull (14h) será quarto-árbitro de Joinville x Vitória da Conquista (16h), e o quarto árbitro do jogo das 14h apita o das 16h. Os bandeiras se mantém.

Não vejo problema nesse tipo de escala, como nos jogos casados de sub15 e sub 17, além de promover economia. Aliás, os árbitros que estarão em Jundiaí estão acostumados a esse tipo de situação.

Nos jogos dessa competição estão sendo escalados (em sua maioria) árbitros muito jovens, que terão na Copa São Paulo seus jogos mais expressivos. Há também (em pouquíssimos jogos) árbitros veteranos que não vingaram. Por fim, há somente em duas partidas árbitros que já trabalharam em série A1.

Por fim, veremos no torneio uma novidade: 6 substituições por equipe, que poderão ser realizadas em 3 atos (ou seja, só há 3 momentos de substituições durante as partidas por equipe, exceto o intervalo).

Desejo um bom jogo para as equipes e uma boa atuação da equipe de arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Terça-feira, às 14h00 – fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte!

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– Gostaram dos novos árbitros da FIFA?

As especulações se confirmaram: dos 10 árbitros FIFA masculinos brasileiros, 3 foram trocados: Rodolpho Toski (PR), Wagner Magalhães (RJ) e Wagner Reway (MT) entraram para o quadro.

Saíram Heber Roberto Lopes (SC), Péricles Bassols (RJ) e Leandro Vuaden (RS).

Por meritocracia ou agrado aos desafetos políticos?

Dispensa comentários. Toski se envolveu naquele polêmico Corinthians x Fluminense. Reway é muito irregular e não apitou ainda “o jogo” da sua vida. Magalhães passou discretamente, mas há de apitar uma partida expressiva ainda.

Se você acha que o escudo FIFA é causa de negociação entre federações, veja o quadro feminino! Virou moeda de troca…

O que você achou das mudanças?

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– A fortuna e o amor de Tevez

Carlitos Tevez um dia fez juras de amor ao Corinthians. Depois abandonou o Timão. Fez a mesma coisa com o West Ham, Manchester United e Juventus, voltando às suas origens no Forte Apache (a favela onde nasceu em Buenos Aires). Retornando ao Boca Jrs, passou razoavelmente pelo Bombonera e agora jogará no Shanghai Shenhua.

Seu salário na China?

Cento e dez mil euros por dia!

Cá entre nós, parte 1: é confiável fazer negócio com chinês? Tudo bem que eles têm muito dinheiro, mas dá para desconfiar que seja uma tremenda lavagem de dinheiro…

Cá entre nós, parte 2: o atleta é profissional, joga onde quiser, mas… é complicado dizer que ama o time e abandoná-lo. Melhor não dizer nada!

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– Eu prefiro o jogo das estrelas!

Em tempo de secura na safra de jogadores brasileiros, um momento de alegria: no amistoso promovido por Zico no Maracanã, teremos: Aldair, Sorín, Neymar, Verón, entre outros (e o próprio Galinho de Quintino, claro).

Um oásis em meio a tanta mulambada ou não?

Saudade do futebol brasileiro do período entre 1958 a 2002. Depois desse período, não evoluímos e “enfeiamos” o jogo.

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– Qual o segredo de Conte?

No campeonato em que muitos falavam do duelo entre o espanhol Guardiola versus o português Mourinho, ou se preferir o City contra o United, é o Chelsea quem faz a diferença, com 12 vitórias seguidas.

O responsável? Talvez seja um: Antonio Conte, o treinador italiano que fez o time jogar e recuperou Diego Costa.

Duvida? É só verificar a campanha. Incontestável!

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– De novo Farfán no Corinthians?

Toda virada de ano escuta-se especulações de jogadores de futebol. Há muita “notícia plantada” por empresários, que desejam de um jeito ou de outro fazerem negócios.

E, invariavelmente, se fala de Jefferson Farfán (hoje com 32 anos), o peruano que teve um início de carreira muito bom na Alemanha, mas que, faz tempo, se tornou um jogador comum. O atacante está machucado no Oriente Médio e supostamente estaria negociando com o Corinthians.

Cá entre nós: não tem ninguém melhor e mais barato do que o Farfán de 2016 (o “bom” era dos anos 2000)?

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– Neilton e a Gestão de Carreira

Está bombando na Internet um suposto (portanto, verídico ou não) tuíte do jogador Neilton, datado de 2011, quando o atleta era do Santos (e hoje contratado pelo São Paulo FC), onde está escrito:

Tô assistindo o jogo do lixo do São Paulo“.

Se trollagem de outrem, morreu o assunto (o atleta é vítima). Se a postagem for dele mesmo, fica a observação: como jovens atletas devem ter cuidado com o que fazem nas redes sociais! Nunca desmerecer um rival se faz necessário.

Lembremo-nos que Gefertton, tempos atrás, foi contrato e dispensado na sequência por se assumir corinthiano e dele se encontrar postagens polêmicas ofendendo torcedores sãopaulinos (um caso um pouco diferente deste).

E o que Neilton deve fazer?

Vir a público, dizer que na imaturidade não sabia da grandeza do SPFC, assumir o erro da juventude ocasionado por um impulso e fazer juras de amor. É o “contragolpe”, em especial, aos mais fanáticos. Claro, dizer também que agora é profissional e dedicado atleta do Tricolor do Morumbi.

Agora, cá entre nós: a solução definitiva será marcar 1 gol por jogo e arrancar aplausos em todas as partidas, pois a paciência dos torcedores será bem pequena…

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ATUALIZANDO: Neilton pediu desculpas. Abaixo (clique na imagem):

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– O Papai Noel trará o quê para seu time?

Se você pudesse escrever uma carta ao Papai Noel pedindo a ele alguns presentes ao seu time de futebol, quais seriam?

  1. Jogadores consagrados ou jovens promessas?
  2. Títulos mesmo jogando mal ou boas apresentações?
  3. Vitórias a qualquer custo ou fair play em campo?
  4. Cartolas velhacos ou dirigentes éticos?
  5. Treinador caro e experiente ou técnico barato e emergente?
  6. Estádio lotado com ingresso acessível ou arena confortável e custosa?
  7. Torcida organizada cantarolando ou sócio-torcedor mais acomodado?
  8. Galáticos com as finanças sacrificadas ou time barato e contas em dia?

Enfim… o futebol ultimamente ficou chato. Falamos de STJD, tapetão, briga entre torcidas, estádios da Copa superfaturados e outras tantas coisas!

Se fôssemos pedir alguns presentes para o futebol, sem dúvida minha lista teria como prioridades:

1) Espírito Esportivo – como as pessoas se esqueceram que acima de tudo o futebol é esporte, vale lembrar que perder também faz parte do jogo.

2) Honestidade – e aqui vale a ética, os bons modos e o desejo de disputar sem manipulações ou trambiques.

3) Paz e Conforto – minha filha de 7 anos diz a todos que torce para o seu “Paulistinha do Coração”, em referência ao Paulista de Jundiaí. Ela já assistiu no Estádio Jayme Cintra o Galo Tricolor pela Copa Paulista, pois o movimento nas arquibancadas é mais calmo. Mas confesso: a levar aos jogos contra times de torcidas organizadas briguentas é irresponsabilidade que não cometerei por um simples motivo: a violência que cega os fanáticos. Além disso, como um pai pode levar sua filha a um banheiro de estádio? Os chamados banheiros-famílias são ilusão no Brasil, só existem em shoppings e o coitado do pai se vê em maus lençóis.

E você, o que pediria ao Papai Noel para o futebol?

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– Empresário é empregado ou dono de jogador? Sobre Gabigol!

Os jogadores de futebol, na maioria das vezes por falta de instrução, acabam se levando pelos aconselhamentos dos empresários, sem contestação.

Um empresário é empregado do jogador. Mas você ouve constantemente o atleta dizer que não sei o que meu empresário tem conversado ou o que deseja fazer com meu futuro”.

Ora, empresário deveria ser uma espécie de procurador, um advogado que negociasse contrato, não proprietário do futuro do boleiro”.

Digo isso pois nessa semana Wagner Ribeiro, empresário de estrelas, falou em todas as emissoras de TV sobre Gabriel Barbosa. Na FOX Sports, chegou a dizer que Gabigol estava sendo humilhado na Internazionale!

O cara é vendido por 29 milhões de dólares; o empresário insiste na imagem de “novo Ronaldo Fenômeno”; dois treinadores não conseguem fazer o atacante render dentro de campo e ele vira reserva; recebe em dia e mora em Milão; e ainda se diz que ele é “humilhado”?

Imagine os atletas da A3 do Campeonato Paulista, os jogadores dos times pequenos do Norte/ Nordeste do Brasil, o que passam na carreira e ainda assim são felizes!

Aliás, é interessante a Wagner Ribeiro que o jogador permaneça na equipe italiana ou que seja negociado (recebendo por mais uma mudança de equipe)? Para a maior parte dos empresários, o negócio não é estabilidade ao seu “cliente”, mas sim transacionar seu “produto” a maior quantidade de vezes, ganhando mais dinheiro em todas elas.

E não se condene: se o jogador se considera feliz com a atuação do seu “patrão”, digo, do seu “dono”, assim seja. Mas será que não dá para o atleta se preparar melhor e insistir em ficar mais tempo em um time, ao invés de fechar uma porta sem tanta luta?

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– O Melhor, o Pior e os Outros do ano futebolístico em 2016

O calendário do futebol mundial “termina”, em tese, com a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Não há futebol profissional aqui no Brasil (exceto as peladas solidárias). Claro, na Europa é um pouco diferente e os campeonatos continuam (especialmente na Inglaterra).

No balanço final, alguns apontamentos sobre “melhores e piores” neste ano que está se encerrando:

A decepção: Internacional, rebaixado e mal administrado.

A surpresa: Kashima, o vice-campeão mundial de futebol da FIFA.

A regularidade: Atlético Nacional, que há tempos vem mostrando a evolução tática do futebol colombiano.

A afirmação: Palmeiras, que com investimentos financeiros, estruturais e científicos ganhou o Brasileirão.

O melhor: Zinedine Zidani, que brilha no Real Madrid como técnico da mesma forma como brilhou como jogador.

O pior: Cartolas da CBF, em todas as áreas.

A tristeza: Chapecoense e o acidente.

O “finalmente”: Portugal e seu título na Eurocopa.

O “espetaculoso”: Tite e a guinada da Seleção Brasileira.

O “brochante”: o futebol apresentado por Corinthians e São Paulo.

O “motivante”: ver Messi, Cristiano Ronaldo, Suárez e Neymar em campo.

E o que esperar para 2017?

Difícil afirmar, mas se fosse um desejo, parafrasearia Juca Kfouri: “Viaja, Marco Polo”

Em tempo: melhores árbitros do ano (é importante ressaltar): Daronco e Claus. Que surjam outros no ano que vem.

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– Real Madrid 1×2 Kashima Antlers (Parcial) 

Agora 09h40 – Real Madrid 1 x 2 Kashima Antlers na decisão do Mundial de Clubes.
Se vencer será o melhor do mundo?
Falamos sobre isso nesta semana. Compartilho abaixo:

– As questões provocativas que emanam do Mundial de Clubes da FIFA.

Se o Kashima Antlers for vencedor do Mundial de Clubes da FIFA, que está acontecendo no Japão, será o legítimo Clube Campeão do Mundo em 2016. Mas indiscutivelmente não será o mais forte nem o melh…

(Continua em: – As questões provocativas que emanam do Mundial de Clubes da FIFA. )

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– De onde vem tanta grana para oferecer a Lionel Messi?

O time chinês do Hebei Fortune, segundo a imprensa de lá, vai oferecer um contrato para Lionel Messi trocar o Barcelona por R$ 1,75 bilhão por 5 anos!

Se facilitar a conta, isso dá 1 milhão de reais por dia. Uau!!!

Não me conformo com os valores do futebol chinês. É sabido que eles estão investindo pesado por lá, mas tal montante é escandaloso.

Dinheiro honesto, respeitosamente, não é! Como um time de futebol pode oferecer algo assim?

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– Existe ética no Futebol?

Flávio Adauto, diretor do Corinthians, declarou que não ligou para Jair Ventura (técnico do Botafogo). O presidente da Estrela Solitária reclamou que o Timão queria de todas as formas jantar com Jair…

Depois surgiu a história de que Dorival Jr também teria sido assediado. Estando no Santos, que vai à Libertadores, seria uma boa trocar de time? A propósito: onde está a ética entre os dirigentes, dita existente ao não procurar treinadores dos co-irmãos?

Nessa hora, os cartolas corintianos parecem estar bem perdidos… Agora surge o nome de Rueda, técnico do Atlético Nacional, cujo nome o próprio Adauto disse não conhecer.

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– A Lei do “Limite de Temperatura no Futebol” funcionará?

Em 2017, os jogos de futebol às 11h terão que ter “limite de temperatura” em todo o Brasil. A juíza Marcella Alves de Villar, do TRT, atendendo ao pedido do Presidente do Sindicato dos Atletas (Fenapaf), Felipe Augusto Leite, determinou que as partidas terão que ser interrompidas (ou até suspensas em definitivo) se o calor ultrapassar 28oC.

Funcionará?

E aí surge outra pergunta: e nos jogos da tarde, onde a temperatura eventualmente pode ultrapassar esse limite? Paralisa ou suspende também?

Taí um problema a ser resolvido. Somente a parada para a hidratação, comumente vista, e os copinhos de água à beira do gramado, permitidos pela Regra do Jogo (desde que o jogador não saia de campo), parece que não adiantarão…

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– Quem aceitou fazer multa com contrato milionário ao Oswaldinho?

Quer dizer que Oswaldo de Oliveira almoçou na 4a feira com a diretoria do Corinthians e foi demitido na 5a?

A carne estava dura? Não rachou a conta?

Brincadeiras à parte, ele faz bem em não aceitar reduzir a multa contratual. Se ele fosse sair, seria dispensado dela?

Agora, cá entre nós: até para ser ingênuo existem limites. Ou seria razoável achar suspeito o fato do Corinthians assinar um contrato de 2 anos com um treinador “facilmente caível”?

Quanto será que o Corinthians gastou com multas rescisórias de Cristóvão e Oswaldinho?

Enfim, não adianta falar que Oswaldo exigiu contrato longo pois, sabidamente, ele não seria um nome único e imprescindível. Aliás, bem ao contrário!

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– A Estreia do Video Assistent Referee OFICIALMENTE em uma partida de futebol

Os árbitros de vídeo (VAR) foram bem preparados para, pela 1a vez, trabalharem numa competição oficial da FIFA. Eles foram convocados com o critério de terem a mesma competência técnica do árbitro central (caso fossem novatos, a chance de equívocos seria maior).

E o primeiro lance ocorreu em uma situação NÃO COMBINADA originalmente! A FIFA queria o recurso para, em um primeiro momento, 4 situaçõespênaltis ou simulações; dúvida se o lance seria para cartão amarelo ou vermelho; gol mal anulado ou não; dúvida de quem seria o infrator de uma falta (vide essas situações mais detalhadas em: http://wp.me/p55Mu0-Q5). Entretanto, durante os testes, a FIFA achou importante que se permitisse ao VAR comunicar ao árbitro outros lances relevantes da partida, como, por exemplo, agressões fora do campo visual. E foi justamente o que ocorreu no jogo entre Atlético Nacional x Kashima!

Aos 27m, Mosquera (NAC) tromba com Nishi Daigo (KAS). Supostamente durante a trombada, o atacante do time japonês é também calçado (confesso que tenho dúvidas se ocorreu a infração ou não). O detalhe é que o árbitro central Vitor Kassai (húngaro) não viu o lance pois, conforme seu posicionamento em campo, estava com a visão encoberta. O árbitro de vídeo Damir Skomina (esloveno) é quem viu e relatou. Avisado, na primeira paralisação da partida o juiz correu à beira do gramado e assistiu o lance em um monitor junto ao quarto-árbitro (isso também não estaria originalmente disponível, já que a primeira ideia era de que a informação fosse somente por rádio).

Tecnicamente, o sistema de uso da tecnologia funcionou perfeitamente, com os ajustes acrescentados durante as experiências: o árbitro foi informado do lance, e em dúvida da informação consultou a jogada em um monitor à beira do gramado. Simples.

Mas outro grande detalhe não foi somente o uso da tecnologia, mas de conhecimento da regra: no mesmo lance, o atacante Nishi ESTAVA EM IMPEDIMENTO!

Acertou ou errou o árbitro então?

Vamos lá: acertou!

Explico: a bola é cruzada na área e não vai para Nishi. Ele está em impedimento passivo! Se a bola fosse a Nishi e ele estivesse tentando dominá-la, seria impedimento ativo – e essa condição precederia o pênalti. Dessa forma, você não pode marcar o pênalti, mas deve confirmar o impedimento. E dependendo da violência da infração, pode dar a sanção disciplinar (cartão amarelo ou vermelho), mesmo não marcando o pênalti pois o jogo já estava paralisado com o impedimento ativo.

Assim, o pênalti (se realmente houve o toque infracional) foi duplamente bem marcado: pelo uso da tecnologia em um lance fora do campo visual do árbitro e por ser em uma jogada de pouco conhecimento teórico de muita gente. Reitero: se estivesse em impedimento ativo, não seria pênalti; mas em impedimento passivo, é infração fora do lance de bola e falta (como está dentro da área, é pênalti).

Lembrando: se o uso do VAR fosse como anteriormente discutido no começo do ano em Cardiff (as 4 situações citadas), esse pênalti não seria avisado ao árbitro.

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– Hoje #SomosTodosMedellín

O simpático Atlético Nacional de Medellín estréia no Mundial de Clubes do Japão nesta quarta-feira, 08h30, contra o Kashima.

Como não torcer para o clube colombiano que se irmanou na dor dos brasileiros com a tragédia da Chapecoense e abriu até mesmo o direito de ser declarado Campeão da Copa Sul-americana, além das ações solidárias promovidas?

Para mim, seria justo que a equipe já tivesse assegurado ao menos o Prêmio Fair Play da FIFA nas festividades do começo de ano. Mas, certamente, o Brasil torcerá como nunca pelo time da outrora malvista Medellín.

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– São cidadãos ou bandidos?

Viram os dois idiotas supostos “torcedores” do Fluminense, bolinando e agredindo verbalmente torcedores pacíficos (incluindo um idoso) do Internacional?

Ridículo. Alguns tentam justificar tal fato alegando que o “futebol é um universo a parte”. Nada disso, foi ato de bandidos.

Os folgados se chamam: Bruno Vargas Costa e Antonio Neto. Abaixo,

em: https://youtu.be/bx2hFht0PWw

(Em tempo: os caras tiram sarro e ameaçam agredir quem caiu para a Série B. Mas o Flu não caiu até a C?)

– Nada de lamentar o Internacional

O Inter fez por merecer o rebaixamento. Trabalhou muito errado durante o ano, com trapalhadas e declarações infelizes.

Que a nova diretoria arranque a imagem antipática criada pelos atuais cartolas e honrando a grandeza do Colorado, traga de volta à Série A o grande time gaúcho.

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– MT e MS decepcionam na reta final do Brasileirão

Os árbitros expoentes de seus estados, Wagner Reway (MT) e Paulo Volkopff (MS), decepcionaram nesta última rodada do Brasileirão.

Reway apitou razoavelmente Cruzeiro 3×2 Corinthians, sendo que acabou “iludido” por faltas forçadas em alguns lances. Para alguém que já é aspirante à FIFA, não pode cair nessas bobeadas. Repito o que tenho sempre dito: tem bom porte físico, sabe apitar, mas há de melhorar tecnicamente e ganhar regularidade.

Volkopff já tinha ido muito mal no Atlético Paranaense x Internacional, na rodada 24. No Pacaembú, em São Paulo 5×0 Santa Cruz, ao invés de marcar pênalti em Cueva, marcou simulação e aplicou o amarelo (sendo o 2o cartão amarelo do peruano, expulso).

Enfim, que a arbitragem tenha novos ares em 2017mas para melhor!

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– A Triste Realidade dos Jogadores de Futebol no Brasil

Você acha que todo “boleiro” é rico, passeia o mundo e fica em hotel 5 estrelas?

Calma lá, não é bem assim…

Veja essa triste realidade, retratada no Estadão de domingo, em seu Caderno de Esportes:

NO BRASIL, JOGADOR DE FUTEBOL É AMEAÇADO E GANHA MAL

Estudo de entidade ligada aos jogadores constata que a situação dos atletas no País é de má condição de trabalho e instabilidade

Por Jamil Chade

Distante das grandes estrelas, a grande maioria dos jogadores de futebol no Brasil vive uma situação de vulnerabilidade, salários baixos e até ameaças. Isso é o que revela um levantamento recém-concluído da Federação Internacional dos Futebolistas Profissionais (FIFPro). O estudo envolveu entrevistas com quase 14 mil atletas pelo mundo e mostra que, se a indústria do futebol movimenta bilhões e enriquece cartolas, milhares de seus principais atores – os atletas – vivem à sombra desse cenário de riqueza, glamour e luxo.

Para realizar o maior levantamento já realizado em âmbito mundial sobre a real situação dos jogadores de futebol, o sindicato contou com a ajuda especialistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra.

O Relatório Global de Emprego da FIFPro convidou os jogadores a responderem a 23 perguntas, abordando temas como salários, contratos, transferências, treinamento, fixação de correspondências, violência, segurança no trabalho, saúde, bem-estar e educação. No caso dos dados referentes ao Brasil, eles foram coletados a partir de uma pesquisa inicial com cerca de 105 jogadores profissionais espalhados por clubes de todo o País.

O levantamento concluiu que, em média, 52% dos atletas nacionais sofreram atrasos no pagamento de seus salários nos últimos dois anos, um índice bastante alto.

No lado B do futebol brasileiro e longe da realidade de astros como Neymar, já independente financeiramente aos 24 anos, a ampla maioria dos jogadores – 83,3% – ganha menos de US$ 1 mil (R$ 3,5 mil) por mês. Muitos deles, segundo a pesquisa, precisam dividir seu tempo entre o futebol e outros empregos que possam ajudar a complementar a renda. Apenas 1,1% dos jogadores profissionais do Brasil recebem um salário maior que R$ 50 mil.

Levando-se em consideração os dados da CPI do Futebol no Senado, encerrada nesta semana sem pedir punição para nenhum dirigente do futebol brasileiro, pode-se concluir que o que José Maria Marin e Ricardo Teixeira, dois ex-presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ganharam em salários apenas como presidentes do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 (cerca de R$ 11 milhões) seria suficiente para bancar dez clubes durante um ano inteiro.

INCERTEZA

A instabilidade é outra marca dos atletas de futebol no Brasil. Na pesquisa realizada em 54 países e com jogadores que atuam em 87 ligas na Europa, Américas e África, os brasileiros são os que têm em média os contratos mais curtos, de apenas 11 meses. E 47% deles sequer têm uma cópia de seu contrato de trabalho.

A vulnerabilidade ainda é reforçada pela alta taxa de jogadores que afirmam ter sido alvos de algum tipo de ameaça. Segundo a pesquisa, 29% dos que atuam no futebol brasileiro disseram que foram vítimas de ameaças físicas por parte de torcedores e mesmo treinadores.

Os dados nacionais, em muitas ocasiões, são ainda mais dramáticos que a média mundial. Segundo o estudo, mais da metade dos jogadores brasileiros registrou atrasos em seus pagamentos – a taxa internacional é de 40%.  As ameaças contra os brasileiros ainda seriam quase três vezes superiores à média mundial, de apenas 10%.

PREOCUPAÇÃO

O lado B do futebol mundial também preocupa o sindicato. “Não podemos aceitar esta situação’’, comentou o secretário-geral da FIFPro, Theo van Seggelen. Segundo ele, a média de salários no esporte oscila entre US$ 1 mil (R$ 3,5 mil) e US$ 2 mil (R$ 7 mil) por mês. “Nem todos os jogadores têm três carros de cores diferentes. São seres humanos normais, que merecem ser pagos a tempo e hora, porque também têm filhos e contas para pagar’’, alerta Van Seggelen.

Apenas 2% dos jogadores têm vencimentos acima de US$ 750 mil (R$ 2,6 milhões) por ano, patamar considerado como a fronteira entre os atletas da pequena elite mundial do esporte o restante dos milhares de profissionais. “Essa é a realidade de nossa indústria do futebol, que é completamente diferente do que a maioria dos torcedores pensam”, afirmou o secretário-geral da FIFPro.

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– O Internacional OUSOU falsificar documentos para prejudicar o Vitória?

A CBF divulgou uma nota dizendo que enviará denúncia contra o Internacional para o STJD, pois tem provas de que o Internacional falsificou documentos para prejudicar o Vitória, rebaixando-o e permanecendo na 1a divisão.

Gravíssimo para o Colorado, se confirmado! Tão grave quanto será, se for equívoco da Confederação Brasileira de Futebol.

Quero crer que seja apenas um engano. Mas caso seja verdade, a pena tem que ser severíssima!

A nota da CBF aqui: http://www.cbf.com.br/noticias/a-cbf/nota-de-esclarecimento-10?ref=bigfeatured#.WEsUXXfOrow

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