– As duas cenas marcantes em Estádios no Brasil neste último final de semana

As imagens rodaram o país, mas vale fazer um comentário breve:

1- No Estádio Camilo Mussi, em Itajaí-SC, pelo Campeonato Catarinense, jogaram Almirante Barroso 2×2 Joinville, em um estádio de gramado sintético subdivido com marcações amarelas de 4 campos de futebol society! E isso pode?

Por incrível que pareça, tal prática comum nos anos 70 e 80 nos EUA é proibida se forem linhas brancas; de outra cor, não há problema algum! A regra permite… e importante: a grama deve ser verde (parece lógico, mas e se alguém quisesse fazer de outra cor, a regra nada falava antigamente).

Veja a imagem:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer a autoria, informar para a postagem do crédito.

Já algo que não tem nada a ver com a regra foi a oportunidade encontrada pelos torcedores do Fortaleza. No Estádio Domingão, em Horizonte-CE, pelo Campeonato Cearense, jogaram Horizonte 1×0 Fortaleza. Diante do sol escaldante, eis que surgiu a ideia de aproveitar a sombra da torre dos refletores! Olha só:

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Brasileiro é muito criativo

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer a autoria, informar para a postagem do crédito.

– O Depoimento do Heltton Matheus à Polícia!

Há pouco, o “Gato de Jundiaí” depôs na Polícia Civil, dizendo que falsificou os documentos no Ceará!

O B.O. e outros detalhes no link: http://m.jovempan.uol.com.br/esportes/futebol/futebol-nacional/copa-sao-paulo/copa-sao-paulo-2017/gato-da-copinha-presta-depoimento-e-sera-julgado-pena-minima-e-de-180-dias.html

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– O insistente erro do cronômetro da Globo nos jogos de futebol

Durante uma partida de futebol, os árbitros devem acrescentar ao final dos dois períodos a perda de tempo com a retirada de atletas lesionados do campo de jogo, com as substituições de atletas e outras paralisações. Dentre elas, o tempo que se para a fim de permitir a hidratação coletiva dos atletas.

Porém, nos dois últimos jogos que assisti pela Globo, eles travaram o cronômetro e voltaram a contagem no reinício pós-hidratação. ERRADO, o relógio do árbitro não para e aos 45 minutos o árbitro informará quantos minutos se acrescentará levando em conta essa pausa.

Dessa forma, quem assistiu pela emissora ficou meio perdido com os acréscimos. E me causa espanto uma TV que tem Arnaldo, Gaciba e Paulo César ainda não ter corrigido esse erro (que aconteceu também no ano passado).

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– 3 opções para responder a venda de David Neres

David Neres, jovem atacante do São Paulo FC, foi vendido por 50 milhões de reais ao Ajax-HOL. O clube paulista ainda ficará com 20% dos direitos federativos dos atletas. Se ele for vendido a outro time, o Tricolor recebe ainda os direitos de clube formador!

Ou o menino é muito mais craque do que imaginamos e foi bem vendido, ou o SPFC “furou” o olho dos holandeses, ou ainda é uma “lavagem de dinheiro” dos compradores e seus agentes. Apenas uma das 3 opções será possível.

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– O Pai do Gato é quem falsificou os documentos do filho?

Quer dizer que o senhor Edejofre, o pai do verdadeiro Brendon Matheus, deu os documentos do filho (que estava preso) a pedido do senhor Nilton, pai do Heltthon Matheus, a fim de inscrever o filho no time do São Gonçalo com os documentos trocados?

A história vai se clareando… Aliás, Edejofre quer que o filho mais novo jogue aqui no Galo da Terra da Uva!

Extraído do jornal “O São Gonçalo” em matéria publicada pelo site “Esporte Jundiaí” (do jornalista Thiago Batista de Olim), abaixo:

PAI DO VERDADEIRO BRENDON MATEUS QUER QUE O OUTRO FILHO JOGUE NO PAULISTA FC

O pai do verdadeiro Brendon Matheus, Edejofre Lima em entrevista ao jornal “O São Gonçalo” deseja que seu filho mais novo, Bruno França, de 16 anos, se torne jogador de futebol. E tem o clube que gostaria que ele atuasse: o Paulista.

“Eu apoio o sonho dele e espero que ele jogue no Paulista, pela estrutura que vi do clube na TV. Se eles quiserem fazer um teste com meu filho, dessa vez, terão uma uma procuração assinada por mim para ele jogar”, disse Edejofre ao jornal da cidade de São Gonçalo.

Bruno é lateral-direito e disputou a Liga Gonçalense de futebol Amador pelo Colina, de Sacramento, em 2016. Ele espera uma chance para iniciar sua carreira como profissional e vendo os jogos da Copinha gostou muito do Paulista.  “Eu acabei vendo os jogos do Paulista na ‘Copinha’ e gostei muito do futebol que eles apresentaram e me deu vontade de jogar lá algum dia”, revelou.

Edejofre Lima é metalúrgico e morador do bairro Jardim Catarina. O caso “Brendon Matheus” mudou a rotina da família no fim de semana passado, quando foi revelado que Heltton Matheus atuou nas categorias sub-20 de Paulista e São Gonçalo com documentos de Brendon Matheus, filho mais velho de Edejofre, que está preso no estado do Rio de Janeiro. Heltton, com 22 anos, não poderia atuar na categoria sub-20 e para isso usou os documentos de Brendon, que atualmente tem 19 anos.

Na entrevista ao jornal “O São Gonçalo”, Edejofre disse que pretende processar o pai de Heltton. “Quero que Nilton (pai de Heltton) me esclareça essa situação. Ele não atende minhas ligações. Tudo começou quando dei os documentos (certidão de nascimento e identidade do Brendon em 2014 para que ele conseguisse inscrevê-lo na base do São Gonçalo FC, clube no qual Heltton jogava. Passou um tempo e como nada foi resolvido, pedi a documentação de volta mas não imaginava que isso tudo iria acontecer”, declarou. O metalúrgico disse quando contou toda a história ao seu filho na penitenciária, o verdadeiro Brendon ficou revoltado: ‘Pai, se o Heltton quer se passar por mim, por que ele não troca de lugar comigo?”. Além de estar preso injustamente, meu filho ainda está com o nome envolvido nesse escândalo”, contou.

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– O “Gato” e os Craques Precoces…

Gostei e comungo exatamente da mesma opinião: compartilho esse ótimo artigo do jornalista Wanderley Nogueira sobre o caso Heltthon “Brendon” Matheus,

Extraído de: http://blogjp.jovempan.uol.com.br/wanderleynogueira/destaques/o-gato-e-os-craques-precoces/

O “GATO” E OS CRAQUES PRECOCES…

O caso Helton (o gato) ex-jogador do Paulista de Jundiaí, continua gerando comentários.
E são opiniões para todas as preferências.
Indignados, torcedores pedem a sua prisão.
Outros defendem a sua eliminação do futebol.
São muitos os que alertam para “que é preciso conhecer a história de vida dele antes de condena-lo”.
É importante saber que os pais de Helton são pessoas simples e trabalhadoras.
O pai, pintor de automóveis e a mãe caixa de supermercado. Tem um meio irmão e dois adotados. Disse que a sua infância foi feliz.
Nada trágico. Portanto, isso só agrava o ato cometido.
É grande o volume de críticas pelo fato da mídia ter aberto espaço para ouvi-lo e entrevista-lo.
A meu ver, o que ele fez foi muito grave.
Será punido pelo TJD da FPF .
Helton vai responder, também, por falsificação na Justiça.
Nas duas esferas de julgamento as penas serão brandas. É a lei.
Grave porque traiu seus companheiros de time, a comissão técnica e a diretoria do Paulista de Jundiaí.
Roubou o sonho de milhares de torcedores.
A cidade de 400 mil habitantes estava entusiasmada com a campanha do Sub20 e sofreu uma dura frustração com a malandragem.
Vampeta resolveu ajuda-lo e ofereceu uma nova chance.
O Grêmio Osasco contratou Helton.
Ele terá a oportunidade de ser ele mesmo jogando futebol.
Aqueles que acreditam na reabilitação das pessoas, devem aplaudir.
E essa não é a primeira vez que Vampeta ajuda jovens.
Quase todos desconhecidos e que se tiverem talento vão prosperar no futebol.
O Audax e o Grêmio Osasco tem como “dono” um homem sério, independente financeiramente e distante de picaretagens.
O fato de aprovar a nova chance ao “gato” não significa , na minha opinião, minimizar o seu ato desonesto.
A turma de Jundiaí é vítima desse episódio.
Depois da queda do avião da Chapecoense, o “fretamento de aeronaves” está sendo contratado com muito mais cuidado. Óbvio.
Com o escândalo provocado pelo “gato” Helton ( nada inédito…) as categorias com limite de idade no futebol, estarão muito mais atentas para aceitar a inscrição dos jovens.
Especialmente os “craques precoces”.
E sobre a deduragem mais uma vez se confirma que não há segredos que o tempo não revele…

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– A FIFA quis criar a polêmica dos Títulos Mundiais de Clubes por interesse próprio.

Uma discussão provocativa ou até mesmo desnecessária, causada intencionalmente pela FIFA: a pedido do jornalista Jamil Chade do jornal “O Estado de São Paulo”, a entidade se manifestou sobre quem são os campeões mundiais de futebol nos torneios entre clubes.

Para ela, são reconhecidamente campeões, de maneira oficial, os vencedores dos torneios organizados em 2000 e de 2005 em diante (até hoje). Os da Copa Rio e os do Torneio Intercontinental Europa – América do Sul, segundo ela, são reconhecidamente vencedores de torneios de dimensão mundial.

Ora, e muda o quê?

NADA, embora ela queira instigar o valor dos torneios, sem desvalorizá-los diretamente. E existe uma lógica na “estratégia” da FIFA, pois ela cita em seu pronunciamento, e o faz de maneira escrita e nominal, que a Copa Rio de 1951 e 1952, além do Intercontinental disputado entre os campeões europeus e sulamericanos (via UEFA pela Champions League e CONMEBOL pela Libertadores da América) são iniciativas de “torneios de dimensões mundiais” nas quais não pode dar sua chancela. E isso é evidente, já que não foi ela quem os organizou!

Mais do que isso: ela acaba ratificando que o Palmeiras (vencedor da Copa Rio 51) é o 1o campeão de dimensão mundial de um torneio entre clubes (no qual ela se recusa a chamar de campeão mundial unicamente por não ter sido de sua promoção), aceita o Fluminense tão campeão mundial quanto o Palmeiras (afinal, ela fala do torneio vencido pelos cariocas em 52) e assume que os jogos intercontinentais da década de 60 até o último do ano 2000, organizados pela Toyota (não cita explicitamente a montadora japonesa já que coreanos da Hyundai, parceiros atuais da FIFA, não ficariam à vontade) são da mesma importância. Por fim, destaca, disfarçadamente, que só pode reconhecer os que ela criou.

Trocando em miúdos: a FIFA admite a existência de torneios mundiais em outros tempos antes do dela, mas se recusa a reconhecê-los, pois, afinal, ela só valida o que ela mesmo criou.

Vaidade e necessidade de valorizar seu torneio. Simples. Afinal, como sugeriria australianos, japoneses, africanos e outros times do mundo para dar caráter global, se não fosse por essa competição? Tanto que ela não consegue dizer aberta e claramente que o Santos de Pelé, o São Paulo de Telê, o Flamengo de Zico ou qualquer time argentino que venceu o Intercontinental não são campeões mundiais de futebol via outros organizadores. Ou alguém um dia conseguiu registrar tal afirmação, ou melhor, negação?

E sabe de quem é a culpa de tudo isso? Dos INGLESES, os “pais” do futebol! Eles relutaram em aceitar a FIFA como instituição “dona do esporte” (na época, repleta de franceses, seus arquirrivais), se filiando em 1906 mas saindo em 1928, se recusando a participar das Copas do Mundo até 1950 (ficaram mais de 20 anos fora da FIFA). Quase montaram uma instituição concorrente, o que não se concretizou. Lembre-se, a FIFA é uma empresa privada, não uma ONG solidária de ciência e cultura esportiva.

Objetivamente: quer dizer que o futebol, em geral, inexistia antes da FIFA? É claro que não, mas pelo seu peso e importância, ela forçosamente quer criar tal situação. Portanto, esqueça tal balela de botequim e reconheça: existem os Campeões Mundiais de Clubes dos torneios oficiais da FIFA e outros Campeões Mundiais de Clubes dos torneios não promovidos por ela (pois ela não tinha interesse comercial de fazê-lo até aquele momento). E nem diga que o fato de não ter todos os continentes nas edições não-FIFA não é algo mundial, pois também na Copa do Mundo de Seleções nem sempre tivemos também todos os 5 continentes (que para ela são 6)!

Abaixo, o “print” do comunicado oficial da FIFA gentilmente publicado por Jamil Chade em seu twitter:

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– A 1a Entrevista do Heltton Brendon Matheus (com vídeo).

O jogador que praticou a alteração de idade, o “gato”, Heltthon Matheus, do Paulista de Jundiaí, e que causou a eliminação do time na final da Copa São Paulo por ter falsificado documentos, deu uma entrevista de 1h30 à Rádio Jovem Pan.

Não vale escrever mais sobre ele (eu cansei do assunto). Mas impressiona a inteligência e história do garoto. Positiva e negativamente.

Claro, se pautou muito sobre a caridade quanto ao jogador. Mas fica a dúvida: ele é punido esportivamente e o Paulista fica “chupando o dedo”, tendo que assumir o ônus esportivo e financeiro sozinho?

Nem ao céu e nem ao inferno: que se seja solidário, mas o cara não é vítima, ele praticou falsidade ideológica.

Compartilho no link em: https://www.youtube.com/watch?v=NjVVz4wTgDY&feature=youtu.be

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Internacional x Paulista, série A3

Júnior César Lossávaro, 39 anos, professor de Educação Física, natural de Murutinga do Sul, 12 anos de carreira, apitará o jogo que abre a Série A3 de 2017 entre o Leão x Galo.

Bom árbitro, discreto em campo, militando há bastante tempo na série A2 e A3, buscando insistentemente seu lugar na A1, é um apitador que vem crescendo. Nesta Rodada 1, juízes querendo subir na carreira foram mesclados com alguns em fim de carreira.

Desejo boa sorte ao árbitro e a seus assistentes William Rodrigues Deodato e Fernando Afonso Gonçalves de Melo, incluindo o quarto árbitro Caio Cesar da Costa Mello.

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– Fim da Copinha. Fim do caso Brendon?

Republico em meu blog as perfeitas palavras do Jornalista Heitor Freddo sobre o caso Brendon Matheus, o “Gato da Copa SP”. Comungo do mesmo pensamento. Abaixo:

O jogo disputado na final de ontem no Pacaembu só aumentou minha convicção: o Paulista seria campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O que vimos diante da televisão – já que nos arrancar (continua no link abaixo):

Fonte: Fim da Copinha – fim do caso Brendon?

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– Como se facilita o surgimento de “gatos no futebol”.

Um lúcido relato do jornalista Marcel Rizzo em seu blog traz a dura realidade: como os picaretas se infiltram no futebol e prejudicam até mesmo gente séria. O Paulista de Jundiaí é aqui citado.

Vale a leitura, extraído de: http://marcelrizzo.blogosfera.uol.com.br/2017/01/25/como-o-inchaco-de-torneios-facilita-criacao-de-times-de-aluguel-e-gatos/?cmpid=tw-uolesp

COMO O INCHAÇO DE TORNEIOS FACILITA CRIAÇÃO DE TIMES DE ALUGUEL E ‘GATOS’

“Ô nove, ô nove, toca a bola mais rápido”, gritou o companheiro de time, talvez esquecido do nome de seu camisa nove, a quem provavelmente conheceu alguns dias antes de começar a Copa São Paulo de Juniores, o principal torneio de base do futebol brasileiro.

O fato acima foi relatado ao blog por um jornalista presente em uma partida da primeira fase da competição, entre um time paulista e outro do Nordeste, no início de janeiro, e que terão os nomes omitidos a pedido do repórter.

E escancara algo que se tornou regra em torneios de garotos no Brasil: a terceirização das categorias de base a empresários, que procuram manter seus atletas na vitrine. A Fifa proíbe terceiros terem participação nos direitos dos atletas, mas é algo de difícil monitoramento, principalmente em competições com tantos clubes como a Copa SP.

A Copa São Paulo 2017 teve 120 clubes, um recorde de participantes na história que começou em 1969. Foram 3 mil jogadores inscritos, o que torna praticamente impossível uma checagem com qualidade de todas as documentações.

Alguns anos atrás a Federação Paulista de Futebol, que organiza a Copinha, tentou dificultar a montagem de “times de empresários” colocando no regulamento da competição a data de 20 de setembro como limite para que um atleta esteja vinculado a um clube e possa jogar a Copa São Paulo no ano seguinte.

Para os clubes paulistas, entretanto, essa tática não tem surtido efeito porque muitos antecipam a procura de ajuda para montar suas equipes no fim do primeiro semestre, quando iniciam a disputa do Campeonato Paulista sub-20. Ou seja, o torneio se torna quase uma pré-temporada para os times que jogarão a Copinha. Mas esse não é o único problema.

Há casos também, apurou o blog, de que garotos são inscritos no BID (Boletim Informativo Diário) por time X em setembro, mas só vão se apresentar de fato em janeiro, às vésperas da estreia. Não se estranha, portanto, o relatado acima de jogador não sabendo o nome de seu camisa nove.

O clube que recebe o atleta do empresário ou da empresa, tem para ele uma “taxa de vitrine”. Uma porcentagem a receber caso o garoto seja negociado por se destacar em torneio vestindo sua camisa. Esses valores variam, mas, em média, são de 20% do valor que o empresário tenha da participação do jogador (muitas vezes os direitos econômicos são fatiados entre muitas partes).

A Federação Paulista informou que conversa com alguns clubes, a fim de tentar evitar de fraudes e melhorar a checagem de documentação de atletas.

”Hoje, depois de a Fifa proibir terceiros, o fatiamento diminuiu. Equipes hoje têm 100% de suas revelações, algo improvável anos atrás. Mas a maneira de monitorar se há participação de terceiros é econômica. Qualquer negociação é preciso ter a divulgação dos números, para quem e quando foi pago”, explicou Carlos Eduardo Ambiel, advogado especializado em direito desportivo.

Tradição

O que chama a atenção nesses casos de times montados muitas vezes em cima da hora, sem que os atletas se conheçam, é que não são apenas clubes recém-criados ou sem estrutura, que têm sua base entregue a procuradores.

O Paulista de Jundiaí [a 60 km da capital paulista], por exemplo, é um dos times mais tradicionais do interior paulista, região que por anos e anos revelou atletas de qualidade e conquistou títulos no estado e no país. Fundado em 1909, o Paulista foi campeão da Copa do Brasil, em 2005, batendo na final o Fluminense.

Mas, para jogar a Copa São Paulo de 2017, usou alguns atletas ligados ao ex-atacante do Santos Alberto Luiz de Souza, campeão brasileiro em 2002. Dono da Alberto Sports, ele já havia participado da montagem do time sub-20 de outra tradicional equipe paulista, o Nacional, da capital, em 2016, e levou alguns desses jogadores para Jundiaí.

Brendon Martins Araújo dos Santos foi um deles. No domingo (22), após denúncia do Batatais, foi descoberto que Brendon, na verdade, se chama Heltton Matheus Cardoso Rodrigues, tem 24 anos, idade com a qual não poderia participar da competição — ele usou o documento de Brendon, que como revelou a ESPN está preso acusado de tráfico de drogas.

A diretoria do Paulista e Alberto se disseram enganados pelo jogador, mas não teve jeito. O clube foi excluído da competição, e quem enfrentará o Corinthians na decisão da Copinha, nesta quarta (25), será o Batatais.

A exclusão do Paulista, portanto, foi consequência da terceirização de parte da equipe, com atleta relacionado a pouco tempo, e sem a checagem devida.

”Não acho o termo terceirização correto, porque há um vinculo do atleta com o clube. Temos que entender como é a relação do atleta com o empresário. Muitos só vão para o clube porque o agente manda, e porque há uma relação de confiança de anos. Tem jogador que fica a vida inteira como o mesmo procurador”, disse Ambiel.

O dedo da Fifa

Desde maio de 2015, a Fifa proíbe que terceiros tenham participação nos direitos econômicos de jogadores de futebol. Resumindo: empresa ou empresário não pode receber parte do valor da venda quando um atleta é negociado entre clubes de futebol, a não ser uma comissão pelo negócio.

A entidade mundial entendeu, algum tempo atrás, que o poderio econômico de algumas pessoas estava dominando o esporte, e prejudicando os clubes. Houve, porém, gritaria de times pequenos depois da decisão, reclamando que não teriam dinheiro para montar elencos sem ajuda de intermediários.

A Fifa já investigou e até puniu clubes por fazerem as “transferências-pontes”, que é quando uma equipe existe basicamente para registrar atletas que “pertencem” a terceiros, para de certa forma legitimar uma negociação. Houve também multa a clubes que usaram terceiro em negociação – o Santos foi um deles, com valor a pagar de R$ 280 mil.

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– Sobre a Arbitragem da Final da Copa São Paulo 2017 entre Paulist… ops: Batatais x Corinthians!

Confesso que o rascunho já estava pronto, preenchendo os nomes da equipe de arbitragem para a final da Copinha, faltando preencher Paulista X ??????. Também a logo da Rádio Difusora com os clubes estava “saindo do forno”, convidando os amigos para escutarem a transmissão do Time Forte do Esporte…

O problema não é perder as anotações, mas sim a desclassificação do Paulista – e do jeito que foi. Mas chega de se lamentar. O Galo não pode ter sua imagem arranhada por um Gato e bola pra frente! Perdemos uma possível 9a vitória que seria um bicampeonato, ou simplesmente um grande jogo, um grande trabalho… não importa. O que não perdemos (e não podemos perder) é a dignidade e a força que a torcida jundiaiense mostrou no torneio de júniores. E que se mostre também na A3.

Enfim, bem curto e grosso: para a final da Copa São Paulo 2017 entre Batatais x Corinthians, apita Cléber Luis Paulino, um professor de Educação Física que há muito tempo está na labuta. Gostei, é um árbitro que já tem experiência em A2 e A3 e busca um lugar ao sol.

Boa sorte ao quarteto de arbitragem, grande jogo aos atletas e uma grande indiferença ao hostil cartola interiorano que, com empáfia, falou algumas bobagens sobre o Paulista de Jundiaí (mesmo tomando 5 no lombo). Lutar por seu direito é uma coisa; falar o que ele falou, é outra.

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Ops: aqui apenas uma sugestão para a segunda edição do ótimo livro “O Juramento”, do jornalista Flávio Prado, onde ele brilhantemente reescreve fatos e jogos de futebol com outras possibilidades do que as acontecidas. Aqui um capítulo a mais – como seria a final entre os dois times ilustrados na imagem (junto com o já anunciado lance modificado do jogo da Chapecoense).

– Últimas considerações sobre Heltton “Brendon” Matheus, pós desclassificação do Paulista FC via TJD-FPF

Muita gente já fez seus comentários sobre o lamentável caso do zagueiro Matheus (que se chama Heltton Matheus mas jogava com documentos de um primo dele, presidiário e parecido fisicamente, chamado Brendon Matheus). As minhas observações quanto ao assunto já as fiz à exaustão, no link em: http://wp.me/p55Mu0-1iS.

Nesta derradeira postagem sobre o tema, gostaria de três coisas:

  1. Reiterar que o Paulista foi vítima de um golpe, e pagou por isso com a desclassificação da final da Copa São Paulo 2017. Só quem não vive a intimidade do mundo (e do submundo) do futebol, pode falar que o Galo foi culpado. Quem está nesses meandros sabe o quão difícil é descobrir tal falcatrua, principalmente de um atleta que passou pela FERJ, cuja documentação foi aceita pela FPF, inscrito primeiramente no Nacional e depois no Paulista. Somente com a denúncia de alguém muito próximo a ele que se descobriu isso. Caso contrário, talvez nunca se soubesse. O Paulista foi a 4a entidade esportiva enganada pela troca de identidade, não o 1o a cair no “conto do gato”.
  2. Questionar o seguinte: onde está escondido Matheus (o jogador), o que estaria ele pensando agora e quando o vão deter para pagar pelo seu crime (afinal, é falsidade ideológica e ele é maior de idade)?
  3. Repudiar a declaração do presidente do Batatais de que processará o Paulista por danos morais. Claro que é blábláblá jurídico para se garantir e fazer pressão, mas que é muito cara de pau, ô se é!

Enfim, o prejuízo está feito e que não se macule a imagem do Paulista FC e de sua torcida, que merecem todos os aplausos pelo esforço que fez. Dessa forma, que se desfaça a falsa ideia de que o Galo chegou à final do torneio, em campo, graças a Matheus.

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– E o Galo foi depenado pelo Gato!

O Paulista de Jundiaí, tricolor da Terra da Uva e carinhosamente chamado de Galo da Japi (em referência à magnífica Serra da Japi, cartão postal da cidade), fez jus ao seu mascote e bicou o Toro Loko (Red Bull) por duas vezes na Copa São Paulo. Encarou o Bode Alviverde (Vitória da Conquista), enfrentou sem medo o Tricolor da Manchester Catarinense (Joinville) e, mesmo sendo de porte menor na divisão do Brasileirão, enfrentou sem medo o Dragão (Atlético Goianiense). Encarou ainda a Águia (São Carlos) que queria voar alto e não temeu receber flechadas do Índio Condá (Chapecoense). Por fim, não se assustou com o Fantasma (Batatais), goleando-o e esperando para a finalíssima na cidade grande o Moleque Travesso (Juventus) ou o Mosqueteiro (Corinthians).

Eis que à tarde, durante a espera…

O Galo, tão corajoso e ressurgido no caldeirão de Jayme Cintra diante de milhares de torcedores, não imaginava que seria traído dentro do seu terreiro. Venceu em campo, e perdeu para um Gato camuflado, que o depenou e frustrou uma cidade inteira.

Tudo isso para falar sobre Brendon Matheus, Matheus Lima ou simplesmente Matheus, o jogador que queria ser chamado apenas pelo nome mais simples (Matheus, era assim que pediu às emissoras de rádio) em tempos que os nomes duplos estão em voga e os apelidos desaparecem.

O atleta passara desapercebido até agora por torneios sem visibilidade. O ótimo jogador (ao menos, jogando dentro de campo era acima da média), que saia jogando da zaga ao ataque, bom tecnicamente e com ótimo senso de colocação, que não era faltoso e que tomou infantil e justamente o segundo amarelo e estaria fora da final da Copa São Paulo 2017, realmente se chamava Matheus. Mas não o mesmo Matheus dos documentos!

Segundo a ESPN Brasil, o jogador se chama Heltton Matheus Cardoso Rodrigues, fará 23 anos em 24 de março próximo e disputou a competição Sub20 com os documentos de Brendon Matheus Araújo Lima dos Santos, 19 anos, que está preso no Rio de Janeiro por roubo e tráfico de drogas.

O garoto é empresariado por Alberto, que reside em Jundiaí e é um sujeito sério (o mesmo ex-jogador do Paulista e do Santos, celebrado naquele time de Robinho e Diego, marcado por um golaço de bicicleta contra o Corinthians).  Ao que tudo indica, o jogador de Volta Redonda, que passou por São Gonçalo, passou a usar a falsidade ideológica lá no Rio de Janeiro, vindo para o time do Nacional-SP (que era gerido pelo Alberto, e dessa forma passou a agenciar o rapaz) e da Capital para Jundiaí. Dessa forma, Heltton Matheus enganou a FERJ, FPF, os dois times paulistas, além dos seus treinadores e dirigentes (a propósito, as fotos públicas de Heltton Matheus e as do verdadeiro Brendon Matheus são realmente muito parecidas).

O questionamento é: quantos atletas brasileiros, sem exposição, começam e terminam a carreira como gatos incólumes? Se o Paulista fosse eliminado na 1a fase, poderia estar ainda “enganando” por aí. E não achemos que é só no futebol que se altera identidade.

O fato é: um crime motivado por um agente no começo da carreira, pelo próprio garoto ou por alguém que não sabemos, trouxe inúmeras consequências. Fez-se valer o ditado: “o Diabo é o pai da mentira”. Portanto: vão para o inferno, maquiadores de identidade e estelionatários do esporte.

Os envolvidos na picaretagem enganaram clubes, federações, e com mais tristeza a cidade de Jundiaí e seus torcedores (que sofreram com a trapalhada dos ingressos na semifinal, madrugaram na fila e tomaram chuva), Umberto Louzer (o trabalhador treinador do Galo), Pepe Verdugo (o presidente do time), seus colegas de equipe (imaginem os demais companheiros de time como devem estar) e enfim, a coletividade esportiva em geral. Todos são vítimas de um golpe praticado em terra fluminense. Talvez o próprio Heltton, se pensarmos com benevolência (este, pela ingenuidade e ignorância por aproveitadores e sucumbem ao sonho de se tornar atleta profissional de maneira inadequada). Mas que confesse: quem foi o autor da trapaça?

É importante salientar: o presidente do Batatais, André Toffetti, entrou com denúncia antes do jogo. Claro, não se poderia cancelar a partida do domingo sem investigar algo tão grave (reclamar-se-á que o clube de Batatais poderia ter sido oportunista; mas será que não recebeu a dica às véspera do jogo e não é direito dele fazer isso mesmo?).

Comprovado tudo, que se cumpra conforme a lei: a desclassificação do Paulista do jogo final (o regulamento é claro e as 120 equipes assinaram), que se julgue com justiça o time de Jundiaí (sendo vítima do estelionato da identidade, não se aplique a pena máxima de 5 anos excluído da competição) e que não se macule as pessoas honestas da Terra da Uva, que tanto lutaram para chegar à final e tentar o bicampeonato da Copinha.

Ficam duas observações:

1- Seria Heltton Matheus, que se passou por Brendon Matheus, o único gato da competição? Claro que não. O problema é conseguir informações seguras de outros jogadores e do modo de operação das falcatruas. 

2- O Batatais seria o justo finalista? Red Bull, Atlético Goianiense, São Carlos e Chapecoense que perderam na fase eliminatória (e até mesmo os clubes da fase de grupos) não poderiam enxurissar o torneio? Afinal, o zagueiro jogou (sempre muito bem) TODAS as 8 partidas do Paulista e estaria fora apenas na final (claro que ele não ganhou sozinho, Umberto Louzer usou 24 atletas durante o torneio). Mas os demais não foram prejudicados tanto quanto o time de Batatais?

Encerrando: acompanhamos com entusiasmo a excepcional saga do Paulista através do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 810, transmitindo e comentando todos os jogos e aguardando ansiosos a final no dia 25 do Pacaembú. Imaginem como nós estamos também nos sentindo lesados… por educação, devo encerrar o texto aqui antes que escreva uma bobagem impublicável.

E pensar que há exatamente 1 ano, o time profissional do Paulista era vítima do suposto grupo investidor de Mônaco que tanto enganou com o treinador português Paulo Fernandes… meu Deus!!!

Atualizando: Heltton Matheus, o jogador, está sumido e com o celular desligado. Ninguém o encontrou mais em Jundiaí.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Batatais, semifinal da Copa São Paulo

Para o decisivo jogo entre o Galo x Fantasma, apitará o novato Lucas Canetto Bellote, 26 anos de idade, piracicabano e apenas no seu 5o ano de arbitragem (trabalhou em 3 jogos da Copinha neste ano). A curiosidade é que em 2015 ele não apitou nenhum jogo profissional, e em 2016 trabalhou apenas na 4a divisão e Copa Paulista. Foi bem nos jogos em que foi escalado neste ano, aplicando poucos cartões (apesar de não ter sido tão exigido – Palmeiras 3×2 Paranoá, São Carlos 0x1 Vasco da Gama e Botafogo 3×0 Atlético Mineiro).

Já para a assistência: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo, 31 anos, assistente FIFA e que esteve na final do Mundial Feminino Sub 17 na Jordânia, será a bandeira número 1. Anderson “Bocão” José de Moraes Coelho, 42 anos, um dos melhores bandeiras do quadro brasileiro (é da elite), será o assistente 2 (aliás, o trio citado é da área de Educação Física). O PM Dermival Benedito Gomes (que apitou muito bem Vitória-BA 0x1 Red Bull-SP no Jayme Cintra) será o 4o árbitro.

Um ponto positivo e outro negativo para a escala:

– O ponto positivo é que mostra a vocação da Copa SP 2017 em revelar juízes promissores. Lucas é um jovem árbitro, de pouca experiência e que tem trabalhado bem. Terá como apoio bandeiras experientíssimos, a fim de servirem de suporte. Correto.

– O ponto negativo é a falta de coerência da Comissão de Árbitros (ou de quem quer que seja que fez essa escala). Por quê em determinadas rodadas se colocou árbitros de série A1 para alguns jogos e ilustres desconhecidos para outras? Onde está o critério? Reforço o que venho dizendo em meus comentários: que se feche um grupo de árbitros novos e que, da 1a até a última rodada, se dê garantias para que apitem e bandeirem a Copa São Paulo inteira – isso faz revelar gente boa!

Desejo boa sorte ao árbitro e um grande jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Batatais pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 09h00 com a jornada esportiva!

– A “CÁCA” na distribuição de ingressos para Paulista x Batatais na Copa SP 2017

Se primeiramente aplaudi a Federação Paulista de Futebol em cobrar ingressos para evitar tumultos, superlotação e outros problemas na partida de Quarta-de-Final entre Corinthians x Flamengo, agora repudio TOTALMENTE a decisão tomada para as entradas da semifinal entre Paulista x Batatais.

Entenda: com ótimo público em todas as partidas, o Jayme Cintra viu na última partida contra a Chapecoense cerca de 15.000 torcedores nas arquibancadas e cerca de 1.000 jundiaienses para fora do estádio, por motivo de fechamento dos portões devido a lotação.

Pois bem: preocupada com esse fator, a Polícia Militar, juntamente com o Paulista Futebol Clube e a FPF, discutiram como evitar esse problema para o jogo de domingo, às 10h, valendo a vaga para a finalíssima no Pacaembu (contra o vencedor de Juventus x Corinthians).

1- A PM definiu que, para controle de acesso e a fim de evitar superlotação, existisse uma carga limitada de ingressos ao invés de entrada livre. Determinou-se, em comum acordo, 11.000 entradas para a torcida de Jundiaí e 900 entradas para a torcida de Batatais (uma capacidade menor que a do estádio, para maior conforto e segurança).

2 – O Paulista solicitou que cada ingresso fosse trocado antecipadamente por 1kg de alimento não perecível, com o intuito de ser doado para entidades assistenciais.

3- A FPF, pasmem, PROIBIU a troca de ingressos por alimento alegando que poderia existir cambistas se aproveitando de tal fato, e ordenou que, às 08h da manhã de domingo, os ingressos sejam distribuídos gratuitamente por ordem de chegada nas bilheterias do Jayme Cintra!

Amigos, se houve tumulto no último jogo, quando a partida marcada às 21h teve os portões abertos às 17h45 (sem a necessidade de compra, troca ou entrega de ingressos, inexistindo filas em cabines), pensem na multidão que se aglomerará no estádio bem antes das 08h, com as poucas bilheterias e a muvuca que estará. Ademais, impossível não crer que haverá gente entrando na fila para ganhar ingressos e os vendendo para quem não conseguir.

Se a venda de ingressos para qualquer partida de futebol no próprio dia do jogo já é algo a ser evitado por conta de confusão, imagine distribuir pouco antes da partida 11.900 bilhetes?

Além disso, a PM avisa que haverá rigorosa revista, proibindo a entrada de guarda-chuva, rádio, garrafa d’água e qualquer objeto que possa ser transformado em arma.

Meu Deus… é o fim da picada! Não há alguém de bom senso na FPF e na PM para mudar esse péssimo planejamento? E justo agora que as mulheres e crianças estão colorindo as arquibancadas do estádio de Jundiaí, tão abandonado nos últimos tempos?

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– Paulista e Batatais ressurgindo pela garotada?

O Paulista de Jundiaí, depois do age da conquista da Copa do Brasil e da sua participação na Libertadores da América, amargurou as quedas de divisões nos Campeonatos Brasileiro e Paulista. Hoje, na A3, o Galo aposta no ressurgimento com um grupo de trabalho capitaneado pelo treinador Carlinhos Alves. Só que a ressurreição, na prática, tem vindo dos garotos do Sub20: jogando em Jundiaí, no Jayme Cintra, venceu as 7 partidas da Copa São Paulo 2017 com um bonito futebol ofensivo, levando no último jogo quase 15.000 pessoas no estádio (mesmo o jogo sendo às 21h e duas emissoras de TV transmitindo).

O que o Batatais tem a ver com isso?

É que ambos estão com as contas “quebradas”, no vermelho, envolvidos em dívidas trabalhistas. A diferença é que o Fantasma foi um time cigano, jogando a Copinha em Cravinhos e em outras cidades. A garotada da base também tem sido um alento, mesmo com público pífio e o Profissional “invejando” o carinho recebido por parte deles.

Aí, é inevitável questionar: as diretorias de Paulista e Batatais se planejaram com as equipes Sub20 para terem tal desempenho, diferente do pífio rendimento das equipes principais? Foi o acaso, foi uma terceirização ou ainda a aposta em jovens talentos e treinadores na velha história do “não temos nada a perder”?

Parabéns a ambas agremiações, que sofreram com as contas do seus departamentos profissionais em 2016 e começam bem com nas categorias amadoras em 2017. Uma dessas equipes será finalista da atual Copa SP.

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– A Revolução nas Regras do Futebol que estará sendo debatida na FIFA

Marco van Basten era um dos meus ídolos daquele Milan fantástico dos anos 90. Hoje, ele é consultor técnico da FIFA, incumbido para sugerir e estudar mudanças no Futebol.

Em entrevista à Revista Alemã Sport Bild (reproduzida no Brasil pelo GloboEsporte), ele quer mudar radicalmente a prática do futebol.

Abaixo, 10 medidas (trazidas na entrevista) que van Basten vai propor e assustarão os mais conservadores:

10 SUGESTÕES DE VAN BASTEN PARA MUDAR O FUTEBOL

1. Uma “disputa de pênaltis” diferente
 
 
Se você acompanhou um pouco da MLS nos anos 90 vai lembrar do shootout. Van Basten quer essa novidade no lugar da prorrogação e da antiga disputa de pênaltis. “Cada equipe teria cinco tentativas. O árbitro apita, o jogador tem 25 metros e oito segundos para tentar marcar. Se o goleiro defender, acabou. Seria mais espetacular para os espectadores e mais interessantes para o jogador. Em cobranças de pênalti, tudo é decidido em um segundo. Com esse “mano a mano”, o jogador tem mais possibilidades, pode driblar, chutar ou esperar ver o comportamento do goleiro”, disse.
 
2. Fim do impedimento
 
 
“Eu estou muito curioso para saber como o futebol funcionaria sem o impedimento. Temo que muitos seriam contra. Eu seria a favor, pois o futebol se parece cada vez mais com o handebol, com as equipes colocando muralhas na frente da área. É muito difícil superá-la. Sem o impedimento, haveria mais possibilidades para os atacantes e mais gols. No hóquei sobre grama, o impedimento foi abolido e não causou problemas”.
 
3. Mais substituições
 
 
“Também estamos estudando permitir mais de três substituições por jogo. No mês passado, eu encontrei Pep Guardiola (técnico do Manchester City) e ele me perguntou: “Por que não temos o direito de fazer seis mudanças?””
 
4. Exclusão temporária
 
 
“Uma ideia é substituir o cartão amarelo por uma exclusão temporária de cinco ou dez minutos. Isso assusta os jogadores. É mais difícil com 10 contra 11, muito menos com 8 ou 9”.
 
5. Evitar a cera
 

“Estamos cientes do problema do tempo. Os torcedores querem ver ação, gols e duas lutas. Quanto mais tempo levar a substituição, a cobrança de falta ou o atendimento a uma lesão, maior será o tempo perdido. Temos de ser cuidadosos com isso. Discutimos também fazer os últimos dez minutos do jogo um período de bola rolando. A bola precisa rolar a cada dez minutos”.

 
6. Cinco faltas por jogo
 
 
“Eu tenho uma ideia de que um defensor, como no basquete, só pode fazer cinco faltas – na sexta ele precisa sair do jogo”.
 
7. Impedir pressão no árbitro
 
 
“Seria uma boa ideia se, como no rúgbi, apenas um jogador do time – o capitão – falasse com o juiz”.
 
8. Oito contra oito na base
 
“O futebol professional deve ter 11 contra 11. Mas na base seria perfeito num campo menor. Eles teriam a bola por mais tempo, participariam mais do jogo, se divertiriam mais, pois precisariam correr menos”.
 
9. Reduzir o número de jogos
 

 
10. Substituições mais rápidas
 
“Ainda estamos discutindo isso, o que é uma possibilidade. No entanto, será apenas para competições de base. Mas também devemos pensar no árbitro – ele precisa sempre saber quem está em campo”.
 

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Marco van Basten, hoje.

– A Promessa da Vitória com o Método Contrário? Felipe Mello dando chance para a arbitragem…

A Sociedade Esportiva Palmeiras foi merecidamente vencedora no Brasileirão. O Alviverde não levou um cartão vermelho sequer na competição!

Agora, leio que Felipe Mello (que faz um ótimo marketing como “pitbull” da bola) declara que “se precisar vai dar ‘porrada’ na Libertadores pelo Verdão”.

Ué? Promoção pessoal do atleta alavancando antimarketing do Fair Play da própria equipe?

Mais do que isso: antes da bola rolar já está querendo se deixar marcado pela arbitragem.

Falta orientação…

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Chapecoense

O árbitro Salim Fende Chavez, cuja escala foi divulgada pela FPF apenas 3h antes do jogo, apitou em dois ritmos distintos:

um primeiro tempo corrido, fácil, sabendo aplicar muito bem a Lei da Vantagem, correndo e se posicionando corretamente. Advertiu verbalmente e com cartões amarelos acertadamente. Foi ótimo.

no segundo tempo, com o jogo mais difícil, marcou algumas faltas erradas (um equívoco grande, quando aos 28m um atleta da Chape chutou o chão e foi marcado o tiro direto). Apenas razoável e um pouco confuso. O bandeira Evandro Lima, que acertou tudo no 1o tempo, errou 3 laterais fáceis.

Da partida anterior que assisti in loco e dos jogos da TV que acompanhei o árbitro, ele evoluiu muito, apagando a péssima imagem da partida entre Paulista 1×1 Mirassol. Mas insisto que ele precisa manter o ritmo elevado da arbitragem nos dois tempos.

Lembrando alguns números: Faltas: PFC 26×10 AFC, em Amarelos: PFC 2×2 AFC.

30 SEGUNDOS FINAIS E 30 SEGUNDOS DE FESTA! ABAIXO:

– Análise Pré-Jogo para Paulista x Chapecoense!

Ufa! Faltando quase 3 horas para  a partida entre Galo x Chape, saiu a escala de árbitros: Salim Fende Chavez, que foi muito mal na Série A2 apitando Paulista 1×1 Mirassol no Jayme Cintra, não dando um pênalti decisivo em Erick Mamadeira no final do jogo (e apitou o “jogo do rebaixamento” no Bruno José Daniel – Santo André 0x0 Paulista), mas que teve atuação razoável na série A1 do Paulistão e boa atuação na Série C do Brasileirão (Guarani x Guaratinguetá), é o “misterioso árbitro” para hoje.

Por quê tanto mistério, frescura ou desleixo para divulgar a escala? Infelizmente, isso faz com que teorias da conspiração surjam.

Evandro de Melo Lima, o mesmo bandeira de Paulista x São Carlos, será o bandeira 1. Leonardo Augusto Villa o bandeira 2. Rodrigo Pires será o 4o árbitro.

Sobre aquela arbitragem contra o Mirassol, relembre: https://professorrafaelporcari.com/2016/02/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-mirassol/

Acompanhe a transmissão de Paulista x Chapeconese pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Terça-feira, às 21h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 20h00 com a jornada esportiva!

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– Massa e a volta positiva da desaposentação!

E o piloto Felipe Massa aposentou, não ficou nenhuma corrida fora e já retomou oficialmente a carreira na Fórmula 1. Justificou ser um pedido pessoal e carinhoso a ser atendido pelo fato da equipe ser a Williams.

Ok, é claro que a grana deve ser boa também. Tão lógico que, um dia após se saber que Felipe Nasr estava fora da Sauber e o Brasil ficaria sem pilotos para a temporada 2017, a necessidade dos patrocinadores e do evento em si para ter um brasileiro nas pistas se fez grande.

Independente disso, acho que a F1 ganha com a permanência de Massa por mais uma temporada. É inegável que ele é experiente e um grande acertador de carros. Com a mudança das regras para esse ano, vai que…

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– Como frear a China?

Com os gastos exorbitantes no futebol (em especial pelas equipes chinesas), uma ideia não tão velha ressurge: um teto aos salários com valores estipulados mundialmente.

Em 2014, neste blog, defendemos essa ideia no Brasil, visando a saúde financeira dos clubes, quebrados por pagarem o que não podiam. Abaixo:

PISO E TETO NOS SALÁRIOS DE FUTEBOL

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Fred ou Valdívia, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

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– E o que mudou no Futebol Paulista?

Há exatamente 1 ano, o Cel Marcos Marinho era demitido da Comissão de Árbitros da FPF pelo então novo presidente, Reinaldo Carneiro Bastos, após escalar Flávio Rodrigues Guerra (que estava suspenso por 100 dias após mentir na súmula de Corinthians x Santos). Pesava a ele ainda as críticas ao seu assessor, Arthur Alves Jr (que era presidente do Sindicato dos Árbitros, em clara incompatibilidade de cargos), demitido dias antes sob acusação de suposto assédio sexual.

Um ano depois…

Cel Marinho é presidente da Comissão de Árbitros da CBF, Arthur Alves Jr continua como presidente do Safesp e Flávio Guerra comenta arbitragem no site Futebol Interior.

Relembre (publicado neste blog, em 16/01/2016):

DEMITIDO O CORONEL MARINHO

Na manhã deste sábado, o UOL Esporte publicou que o Cel Marinho não é mais chefe da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol.

Justo. Concordo com tal saída. Segundo a publicação, a escalação do seu afilhado de casamento para o jogo da Copa São Paulo de Futebol Jr entre SPFC x Figueirense, Flávio Rodrigues Guerra, mesmo estando suspenso por 100 dias pelo STJD, foi o mote para a decisão de Reinaldo Carneiro Bastos.

A notícia pode ser acessada no link do UOL: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/01/16/apos-escalar-arbitro-suspenso-coronel-marinho-deixa-comando-da-arbitragem.htm

Minha opinião pessoal: a demissão do Cel Marinho foi a “bola que pingou” na frente de Reinaldo Carneiro, e ele não deixou de chutá-la. Quem foi árbitro tinha conhecimento da relação conturbada entre Marco Polo Del Nero e Reinaldo Carneiro Bastos e sabia que o primeiro depositava toda a sua confiança no Coronel. Tanto que ele acumulou (e acumula) diversos cargos dentro da FPF: Comissão Paz no Esporte, Cadastramento de Torcidas Organizadas, Segurança e Vistoria em Estádios, além da própria CEAF-SP. Já Reinaldo nunca foi muito próximo a Marinho e ao seu assessor direto, Arthur Alves Júnior.

Quando surgiram os escândalos envolvendo denúncias de assédio moral e sexual de Arthur, a situação começou a ficar constrangedora, principalmente com o depoimento de que a árbitra Regildênia de Moura fez por meio da ex-árbitra Sílvia Regina que a denúncia de assédio chegasse ao Cel. Veja em: http://wp.me/p55Mu0-Fg.

Posteriormente, novas denúncias de possível lobby e influência de pessoas próximas ao Sindicato dos Árbitros ajudaram a minar a sustentabilidade no cargo (vide em: http://wp.me/p55Mu0-GB).

Por fim, o estopim foi a errada escala do veterano Flávio Guerra, que apitou mal a partida  e que estava suspenso pelo STJD pela mentira relatada na súmula entre Corinthians x Santos (vide em: http://wp.me/p55Mu0-IG).

E agora?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×1 São Carlos

Ótima arbitragem no Jayme Cintra. O árbitro Rafael Gomes Félix da Silva esteve muito bem, em um primeiro tempo eletrizante e limpo, mas num segundo tempo nervoso e difícil.

Fisicamente, correu o campo todo (e olha que a partida foi muito veloz). Em faltas: 18×18. Em cartões amarelos: 5×3. Em gols: 2×1.

Tecnicamente, discerniu as divididas mais viris de faltas ou não-faltas, e coibiu os “encontrões” pelo alto, fazendo ótima leitura da aplicação de vantagens.

Disciplinarmente, mostrou autoridade e advertiu com cartões corretamente os atletas, em especial no entrevero entre Zé Augusto e Moisés. O jogador do Paulista foi empurrado e, se não reage, somente o seu adversário receberia a advertência. Mas como quis reclamar e ficou discutindo, foi advertido (o chamado cartão infantil). Aliás, vários cartões que ambas equipes poderiam evitar.

Destaco o trabalho em equipe: juiz, bandeiras e quarto árbitro mostraram que houve um bom plano de trabalho nos vestiários (houve até vantagem em impedimento).

Gostei bastante do meu xará e espero ver esse mesmo trio sendo escalado em jogos mais importantes (claro, desejando o mesmo bom rendimento).

Um detalhe: a torcida do Paulista evitou um erro cometido em outras praças: gritar BICHA em tiros de meta, o que pode levar à punição da equipe. Em Jundiaí, a torcida gritou “vamo-vamo Galoooo nessas situações. Parabéns! Assista em: http://www.youtube.com/watch?v=u392KBwkJxE

Aproveito e compartilho: os 30 segundos finais e mais um minuto de festa após o apito final.

Aqui, em: http://www.youtube.com/watch?v=LvMELijecXs

– E o gramado do Maraca?

Depois de gastos bilionários para o Panamericano de 2007, para a Copa de 2014 e para a Rio 2016, olha só como está abandonado o Maracanã. Pode?

Abaixo:

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– São Carlos, o adversário do Galo irá ser julgado por…

… culpa da sua torcida!

Algumas coisas que podem ser evitadas e que são proibidas pelas leis do futebol, devem ser obedecidas.

Pelo fato dos torcedores do São Carlos chamarem o goleiro do Vasco da Gama de “bicha” na última rodada, e também por soltar sinalizadores, o estádio Luís Augusto de Oliveira está sob observação da FPF e o clube foi citado em súmula, com julgamento dentro em breve (isso é informação).

Será que o jogo Paulista x São Carlos não foi para São Carlos como outrora estava programado pela FPF por culpa desse fato(isso aqui é simples indagação, não informação).

Evitemos problemas no Jayme Cintra, amigos.

O relato de tudo isso feito pelo árbitro, abaixo:

“Informo que aos 28 minutos foram soltos na torcida do São Carlos Futebol Ltda sinalizadores em pó coloridos, na cor azul. Informo que não houve necessidade de paralisar a partida pois a fumaça colorida cessou rapidamente.
Informo que aos 54 minutos, após o gol da equipe do São Carlos Futebol Ltda, paralisei a partida por 02 minutos devido a torcida do São Carlos Futebol Ltda acender sinalizadores (fogos de artifício). Solicitei junto ao policiamento a providencia para que este sinalizadores fossem apagados, onde o responsável passou o rádio ao policial que estava no meio da torcida para resolver este problema.

Informo que em todas as reposições de bola feitas pelo atleta de n°. 01, sr. João Pedro Soares Borges, da equipe Club de Regatas Vasco da Gama (RJ), a torcida do São Carlos Futebol Ltda gritava em alto e bom som: ‘BICHA’.”

Enfim, sobre o problema dos gritos homofóbicos, já escrevemos em: http://wp.me/p4RTuC-hDi

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– Que feio, Água Santa. Tumultuando a Copinha?

Um “mico”: na Copa São Paulo de Futebol Jr, em Diadema, invasão de campo, agressão e árbitro marcando gol desmarcado. E mesmo sem clima, a partida foi até o final!

Veja só que “desagradável”, abaixo,

em: https://refnews.wordpress.com/2017/01/13/arbitragem-e-agredida-em-jogo-da-copinha-sp-junior-em-diadema/

ARBITRAGEM É AGREDIDA EM JOGO DA COPINHA SP JÚNIOR EM DIADEMA

Assistente anulou gol, torcedores partiram para cima e árbitro volta atrás na marcação.

Água Santa e Juventude faziam jogo bonito na tarde desta sexta-feira (13/01) no Inamar, em Diadema, pela 3ª fase da Copinha, mas um episódio com a arbitragem estragou o espetáculo.

Já no fim da partida, o árbitro Camilo Morais Zarpelão anulou um gol do Netuno, que surgiu em cobrança de escanteio. Após a marcação, torcedores e integrantes da diretoria do clube de Diadema invadiram o campo e partiram para cima do bandeirinha, que havia sinalizado impedimento. Na confusão generalizada, o bandeira acabou sendo agredido.

Rapidamente, o árbitro correu em direção ao bandeira e, com policiais já em campo para controlar a situação, chamou a decisão para si e deu o gol para o Água Santa, que empatou por 2 a 2 naquele instante e levou o duelo para os pênaltis. Com escoriações no rosto, o bandeirinha precisou receber atendimento médico. Nos pênaltis, o Juventude se deu melhor e avançou para as oitavas de final.

Durante o confronto, a torcida se revoltou com a anulação de dois gols do Água Santa, nas duas vezes alegando impedimento, e com a expulsão do lateral-esquerdo Felipe no segundo tempo, com vermelho direto, em lance que o árbitro viu agressão do jogador.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Carlos, Rodada 06 da Copa São Paulo

Arbitragem de “campeão” no Jayme Cintra para o jogo das 18h30: o juiz da última final da Copa São Paulo entre Corinthians x Flamengo, Rafael Gomes Félix da Silva, 34 anos, professor de Educação Física e 11 anos de carreira, apitará o confronto entre o Galo x Águia.

Rafael é um bom árbitro, apitou a Série A1 em 2016 e está evoluindo na carreira. Em alguns jogos em que o vi, teve uma irregularidade disciplinar considerável, que foi sendo corrigida. Tecnicamente não costuma falhar e tem ótimo condicionamento físico.

Evandro de Melo Lima, 30 anos de idade e 9 de carreira, com experiência em Série A1, será o bandeira 1. Paulo Márcio Carmo Hergesel, militar, 37 anos de idade e 8 de carreira, com experiência em Série A3, será o bandeira 2. Mário Mattos dos Santos será o quarto árbitro.

Desejo uma boa arbitragem ao quarteto e ótimo jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Carlos pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 18h30 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 17h00 com a jornada esportiva!

– As boladas no Bumbum durante a Copa São Paulo

Um erro infantil da arbitragem que persiste na Copa São Paulo de Futebol Jrs 2017: o mau posicionamento dos árbitros em cobranças frontais de falta.

Nas escolas de arbitragem, o be-a-bá do apito diz: um árbitro deve se atentar à barreira, à área, ao seu assistente, ao cobrador e sua periferia. Trocando em miúdos: o juizão deve ficar posicionado aberto, normalmente à esquerda da bola e entre o cobrador, possibilitando que ele veja se o cobrador vai cobrar a falta para o gol ou tocá-la de lado, conseguindo enxergar a barreira e o seu bandeira, além, claro, da área e do gol.

O que relato é bem simples. Em um treino o iniciante consegue fazer o posicionamento correto. Entretanto, observei 3 árbitros no Jayme Cintra se posicionando muito mal nesses lances de bola parada. Em uma delas, ficou ridículo: o árbitro deu as costas ao cobrador, ficou com os joelhos flexionados olhando obcecadamente para o gol. Errado, pois não viu a bola ser cobrada (se foi correta ou não) e nem se atentava às periferias do campo.

E não é que pela mesma Copa São Paulo um árbitro foi premiado? Passando pela TV (não consegui identificar qual jogo), vi que o atleta foi cobrar a falta e a bola explodiu no bumbum do árbitro! Claro, ele estava entre a bola e a barreira, com o cobrador às suas costas (no erro constante citado).

Impossível que estejam ensinando errado na Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, pois o Roberto Perassi, grande amigo e professor, é do ramo.

Será que alguém da Comissão de Árbitros orientou errado para existirem tantos jogos com o mesmo erro infantil, não costumeiro?

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– Bernardinho merece curtir os louros da vitória!

E aquele que por 16 anos foi técnico da Seleção de Vôlei, Bernardinho, abandonará o cargo.

Ganhou tudo o que pode, entre os 28 títulos: 3 Mundiais e 2 Ouros olímpicos.

Workaholic assumido, estudioso e ganhador. Deve curtir o sucesso e, até mesmo, se dar o luxo de escolher onde trabalhar.

Só uma coisa (que é um detalhe bobo): o campeão, muita vezes, é um chato de galochas! Claro, ninguém é perfeito…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x Red Bull, Rodada 5, Copa São Paulo.

José de Araújo Ribeiro Júnior, 29 anos, Professor de Educação Física, em seu 6o ano de carreira e com apenas 3 jogos profissionais na Série B do Campeonato Paulista, apitará Galo x Toro Loko.

Givanildo Oliveira Felix, 37 anos, Professor de Educação Física, 10 anos de FPF e poucos jogos profissionais, será o bandeira 1.

Fernando Luís Ravanelli, 33 anos, Professor de Educação Física, e no seu 5o ano de carreira, será o bandeira 2.

Clodoaldo Chaves da Silva, 37 anos, Professor de Educação Física, 8 de carreira, será o quarto árbitro.

Para um jogo eliminatório, é uma arbitragem inexperiente, já que eles têm trabalhado com frequência maior em jogos dos campeonatos Sub 15 e Sub 17. Nas demais partidas da Copa SP 2017, verifico que há árbitros com muito mais rodagem em jogos de A3, A2, além de árbitros de A1. Provavelmente, quem escalou o quarteto o fez pelo bom histórico disciplinar de ambas equipes (o que indica que as equipes, na linguagem da arbitragem, “são fáceis para se apitar”).

Desejo um bom jogo para os times e uma boa atuação da equipe de arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quinta-feira, às 16h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 15h00 com a jornada esportiva !

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– Análise Técnica, Tática e da Arbitragem do jogo Paulista 1×0 Atlético Goianiense

Tive o prazer de comentar um grande jogo nesta tarde/noite de 3a feira no Estádio Dr Jayme Cintra, com público de aproximadamente 7.000 pessoas. Vamos aos apontamentos mais importantes?

A- ANÁLISE TÉCNICA

O Paulista entrou em campo com o mesmo time das 3 últimas partidas, exceto pela ausência de Bryan e a entrada de Arthur. Com isso, o time trocou a armação de jogadas mais cadenciadas pela velocidade. E este foi o ritmo do jogo: um time bem rápido no ataque, preciso nos desarmes no meio campo e uma defesa bem técnica, sem bico ou chutão. Enquanto o Atlético Goianiense se limitava a defender com os bons zagueiros Rafael e Barbosa, sofrendo com o lateral direito Jair que levou “um baile” do atacante Criciúma. Poucos erros de passe, jogo limpo do Paulista durante os 90 minutos e nenhuma jogada mais violenta. O problema para o Galo foi o capricho na finalização, enquanto que o Dragão não conseguia chutar (apenas dois chutes para o gol: aos 76m e aos 93 m de jogo).

B- ANÁLISE TÁTICA

Os treinadores Umberto Louzer (PFC) e Ariel Mamede (AGO), antes da partida, contaram o que de fato seria a partida: o Paulista buscando o gol durante todo o jogo, entrando o camisa 18 Arthur no lugar do suspenso camisa 10 Bryan, o armador do time ao lado de Moisés. Entretanto, Bryan não é tão veloz quanto Arthur, que costuma jogar como atacante mais enfiado, dando ainda mais sufoco no ataque. Já o Atlético, cujo técnico disse que respeitaria o adversário pela força que estava mostrando e teria cautela, não conseguia sair para o jogo. Mesmo parecendo ser um time retrancado, a verdade é que o time goiano sentiu o “abafa” do time paulista.

Os primeiros 20 minutos foram de uma intensidade impressionante. O Paulista atacava com Matheus Silvestry pelo meio, Criciúma como um verdadeiro “ponta-esquerda das antigas” e Arthur um pouco mais atrás, mas ainda assim bem mais adiantado do que Bryan. Moisés armava o time pela direita, atravessa o meio campo e ajudava no ataque. Tal tática poderia sobrecarregar o meio-campo, que ficaria desprotegido pela vocação ofensiva. Ledo engano, pois Pedro Acorsi (17), ajudado por Vinícius Paulinho (7) foram senhores da posição. Os zagueiros  Brendon Matheus e Maurilio ficaram tranquilos, ainda mais com Zunquinha e Alemão, os laterais que não desceram tanto.

Por volta dos 30 minutos, o Paulista se concentrou demais do lado esquerdo do campo. O time ficou “pendendo”, torto, para desespero de Umberto que via a criação das jogadas mas que percebia o aglomerado de jogadores em uma única zona do gramado. Moisés continuava correndo o campo todo, mas sem a  ajuda de Zunquinha, mais preso, saiu da direita e o jogo, apesar de intenso, ficou ‘travado”. Enquanto isso, o Atlético, assustado, apelava para as faltas para parar o jogo. Foram 3 do lateral Jair, 2 do atacante Valdir (que voltava para tentar buscar a bola) e 1 de Batista, ambas no primeiro tempo, todas em Criciúma.

No segundo tempo, Umberto fez o correto: mexeu o posicionamento do time sem trocar jogadores titulares por substitutos: trouxe Criciúma para a direita, colocou Arthur vindo de trás e Moisés na esquerda. Matheus Sylvestre virou um legítimo camisa 9 centralizado. O time, taticamente bem corrigido, continuou atacando, falhando nas finalizações do centroavante. Sendo assim, Matheus Sylvestre que se movimentou bem mais do que nos últimos 3 jogos, não conseguiu desencantar (apesar de jogar bem). Depois de 10 minutos com essa formação e pelos gols perdidos, Umberto trocou Matheus e Moisés por Victor Hugo e Molter. Dessa forma, o time ficou ainda mais agressivo, com Arthur bem a frente, Criciúma voltando para a esquerda, Molter fazendo a função que era de Arthur no começo da partida (armando e chegando mais a frente) e Victor Hugo mais para a direita. Não restava mais nada ao Atlético senão defender, tentar um contra-ataque e, em alguns momentos, encenar alguma cera. Com o forte calor, Arthur “pregou em campo”, e foi substituído por Vitor Adame, que trouxe mais correria. E foi aí que Umberto “ganhou o jogo: tecnicamente o Paulista era melhor, mas não conseguia passar pelos zagueirões Batista e Rafael; taticamente estava perfeito. Mas o cansaço era perceptível ao adversário. De maneira ousada, faltando 10 minutos para acabar, o técnico tirou Criciúma, que estava fadigado, além do volante Acorsi. De fato, o atacante tinha sido brilhante, mas não aguentou o ritmo frenético, e o ótimo Acorsi passou a ser desnecessário, já que o time dava conta no meio de campo pois fazia um abafa na frente. A torcida vaiou a saída dos dois melhores jogadores da partida para a entrada de Carlinhos e Luciano (injustamente, pelos motivos citados). E as alterações deram certo: o treinador Ariel só havia feito uma substituição em 80 minutos de jogo, e nesse erro dele, em um lance de ataque, com muita correria e disciplina tática, o ataque do Paulista envolveu o Atlético e a bola chegou a Molter, passando por Batista e Rafael (que falharam visivelmente pelo cansaço) que fez o gol da vitória.

Fica a ironia: Umberto foi chamado de burro por alguns; esses mesmos gritaram “desculpas” ao treinador? Claro que não.

C- ANÁLISE DA ARBITRAGEM

A partida não exigiu muito do árbitro Caio César da Costa Mello. No começo do jogo, com a velocidade e a intensidade do Galo, o juizão se perdia no posicionamento, afinal só corria na metade ofensiva do campo. Com o decorrer do jogo melhorou isso. Soube coibir as faltas excessivas do time goiano no 1o tempo (PFC 4×10 AGO em faltas cometidas). No 2o tempo, uma partida de Fair Play (PFC 4×4 AGO em faltas).

Disciplinarmente, acertou aos Cartões Amarelos para João Victor e Barbosa, do AGO (um por disputar a bola com um tapa, outro por jogada de ação temerária) e a Victor Adame, do PFC, por um carrinho que atingiu a bola e o adversário. Faltou apenas advertir Acorsi (PFC) por uma entrada em Valdir (AGO). Tecnicamente, foi correto ao não marcar pênalti em uma bola que bateu despretensiosamente na mão de Batista (AGO) e ao não marcar recuo de bola de Zidane (AGO) para o goleiro Lucas), pois o lance foi acidental.

O bandeira Rodrigo Bernardo marcou vários impedimentos e ajudou o árbitro na marcação de faltas. Foi bem, mas errou um impedimento a favor do Atlético pois não reparou que do outro lado do campo havia um jogador parado, dando condição (talvez atrapalhado pelos refletores). Felipe Moraes, o bandeira 2, trabalhou com bastante atenção e também foi bem. O quarto árbitro João Marcos Giovanelli sofreu com as reclamações insistentes do treinador Ariel Mamede, mas soube coibir seus excessos.

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– Análise Pré Jogo para a Arbitragem de Paulista x Atlético Goianiense (Rodada 4 da Copa SP 2017)

Escala pronta para o confronto entre o Galo Jundiaiense versus Dragão Goiano: Caio César da Costa Mello, apitará; os bandeiras serão Rodrigo Meirelles Bernardo e Felipe Camargo Moraes. O quarto árbitro será João Marcos Giovanelli.

Caio, 29 anos, 10 de carreira, busca nesta temporada se consolidar apitando a série A3 (é sua 3a partida na Copa SP em 2017).

Rodrigo, 27 anos e 8 de carreira, idem ao árbitro.

Felipe, 23 anos e 4 de carreira (somente 3 partidas profissionais até hoje) busca mais oportunidades.

João Marcos, 35 anos de idade e 13 de carreira, tomará conta dos bancos e do serviço administrativo.

O trio que estará em campo é bem inexperiente em partidas profissionais. Uma boa chance de mostrarem o que sabem em um jogo de atletas Sub20 e galgarem voos mais altos.

Desejo boa sorte às equipes e uma ótima arbitragem!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Atlético Goianiense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Terça, às 18h30– mas a jornada esportiva começa a partir das 17h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– A Seleção da FIFA é coerente?

A FIFA divulgou sua Seleção ideal no ano: Neuer (Bayern), Dani Alves (Juventus), Piqué (Barcelona), Sergio Ramos (Real Madrid) e Marcelo (Real Madrid); Modric (Real Madrid), Kroos (Real Madrid) e Iniesta (Barcelona); Messi (Barcelona), Suárez (Barcelona) e Cristiano Ronaldo (Real Madrid).

Neymar e Pogba, aparentemente jogadores que entrariam em qualquer lista, estão “no banco”. E curiosamente o Brasil só tem laterais neste time. Mais do que isso: para mim, é incoerente Griezmann não estar na lista e concorrer entre os 3 do mundo. Suárez, seu “adversário de posição”, deveria concorrer ao The Best, pela lógica (ainda mais que o esquema é o 4-3-3).

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