– A Sociedade dos Esquizofrênicos: se o cara não gosta de um perfil na Web, por quê o segue na Rede Social? RESPEITE-SE A OPINIÃO!

Uma das coisas que mais me assusta no mundo virtual é a observação de que, em meio às pessoas de bem e sensatas que publicam suas opiniões, infiltram-se fanáticos que não aceitam as ideias alheias e querem impor a todo custo suas ideias.

São “donos da verdade”, “mestres do assunto” e justiceiros dos “tribunais de Facebook e Twitter”.

Cansa só de visualisá-los nas timelines, não?

E eles se fazem presentes nas 3 áreas mais conflitantes que o ditado popular tanto prega para se evitar discussão: Política, Futebol e Religião!

  1. Na POLÍTICA, se você critica o atual governo por alguma coisa qualquer, torna-se anti-Bolsonaro e por tabela lulista (mesmo tendo criticado Lula quando presidente e na época sendo taxado de fascista – termo que poucos conhecem profundamente mas que se usa popularmente desde  algum tempo). É Deus no Céu e Bolsonaro na Terra (ou: Deus no Céu e Lula na Terra, na visão extrema do outro radicalismo). Na verdade: bando de “paga-pau” de antes, que se tornam bajuladores de hoje e infelizmente podem ser influenciadores do amanhã. Isso vale àqueles que tem cargo de confiança em Prefeituras ou no Estado e se desesperam em garantir o emprego como ovelhas doutrinadas pelo pastor. Chega a ser nojento o fanatismo insensato e de conduta interesseira.
    Ops: não reclamo de quem apoia esse ou aquele, mas me perturba o “seguir cegamente” e querer impor sua opinião sobre a minha, desrespeitosamente.
  2. No FUTEBOL, acontece algo parecido. Se você criticar o Corinthians, é porque você é palmeirense. Na semana seguinte, dependendo do assunto, vira são-paulino. Dias depois santista ou volta a ser corintiano. E há aqueles que xingam, ofendem, falam o que querem pois alegam que “estão nas Redes Sociais”. E daí? A Educação só vale para o mundo real, no virtual prostitui-se a dignidade?
  3. Na RELIGIÃO, ficou tão chato quanto os outros tópicos. Lembram do “rolo” do desfile da Gaviões da Fiel neste ano? Por quê sou obrigado a gostar? Mas, mesmo achando ruim, devo respeitar. Quem gostou aplauda, quem não gostou, vaie. Só não me obrigue a fazê-lo contra minha vontade.

Ô mundo complicado, vaidoso e de ocasiões oportunas…

Dito isso, fica a pertinente colocação: o cara se incomoda com o perfil do outro mas não deixa de seguir no Facebook, no Instagram ou no Twitter? Incompreensível! A Rede Social é livre, segue-se a quem quiser (ou não se segue a quem não se quer). Ponto final.

E pensar que as pessoas brigam por homens que buscam o poder, por alguns que jogam bola ou ainda por aqueles que se dizem ser mais íntimos dos outros junto a Deus…

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