– A cultura da Vaidade na Tragédia da EE Prof Raul Brasil

Depois de alguns dias, cada vez mais que se fala sobre as conclusões do atentado à escola Estadual de Suzano, mais se percebe o “mundo à parte” que existe na sociedade.

Conversas no submundo da Internet, fóruns virtuais que beiram à fixação de acontecimentos reais e ode à violência como “fim de Justiça”.

Justiça de quê?

Nessas mentes doentias de atiradores desajustados à sociedade, qualquer coisa é motivo de intimidação e revolta. Claro que são cabeças perturbadas e que se confortam com outros “promotores de justiça virtuais”. No fundo, se fazem de excluídos e querem a inclusão social – e essa se faz de forma trágica para chamar a atenção e ser notado.

E é esse o ponto que quero chegar: a cada passo da investigação, se vê que a motivação era a promoção pessoal! Chamar a atenção como o estúpido acontecimento de Columbine (EUA) ocorrido tempos atrás; ser notado como “poderoso” modificador social e, por mais macabro que seja, ser aplaudido e louvado por aqueles que se identificam “com o confrade”, como relatado em um dos textos descobertos nas investigações.

O pior é: imaginar que toda essa vaidade pessoal simplesmente cega o indivíduo de todo o sofrimento alheio, perda e prejuízo social / emocional dos outros (sem contar que o “retorno” do reconhecimento desejado não é recebido em vida, justamente pois o término é o suicídio).

Difícil aceitar sem emoção. Mais difícil é entender.

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