– A salvação da arbitragem paraibana, 3 anos atrás, era a perdição da paulista! Mas há bons nomes de cartolas do apito?

As voltas que o mundo do futebol dá: há 3 anos, o diretor do Sindicato dos Árbitros e membro da Comissão de Árbitros da Federação Paulista de Futebol (mesmo existindo conflito de interesses dos cargos ocupados concomitantemente), “Arthurzinho”, era destaque na Folha de São Paulo por diversas acusações, com a manchete de que era denunciado por “assédio sexual, falsificações e desperdício”.

Vide a matéria do jornal em: – A Podridão de Bebedeiras e Assédio do líder sindical dos Árbitros denunciada pela Folha de São Paulo

Pois bem: após o escândalo que envolveu membros do futebol da Paraíba em 2018 (árbitros, dirigentes de clubes, cartolas da entidade e demais criminosos), a solução para a reconstrução moral da arbitragem da Federação Paraibana de Futebol foi a contratação de Arthur Alves Jr, o mesmo “Arthurzinho”.

Por mais que possamos esquecer todo o histórico polêmico, crendo em sua honestidade, fica a questão: seria ele o nome mais indicado?

Quem o escolheu?

É complicado. Se a safra de árbitros é ruim em nosso país, a de dirigentes da arbitragem é péssima. Um alento era o surgimento de José Henrique de Carvalho em São Paulo, mas que ao começar o difícil trabalho de renovação, foi demitido nos últimos dias de dezembro e quem está escalando na Federação Paulista é Dionísio Roberto Domingos (aquele do rolo interminável da final do Paulistão entre Palmeiras x Corinthians). Será que novamente a expressão “República do Vale do Paraíba”, tão citada nos anos 2000 e de sentido nefasto com o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho, estará em voga novamente?

Aqui a curiosidade: o árbitro dessa final citada no parágrafo acima (gente boa, honesto e íntegro – mas que deu azar nesse jogo) Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, foi convidado pelo Arthur para ser o nome de destaque no quadro da Federação da Paraíba.

Como se vê, no Nordeste ou no Sudeste, a Paraíba (de respeitoso estado da nação à termo pejorativo polêmico como “República do Vale”) está em alta.

Uma boa sugestão: que tal algum nome que não nutra simpatia pelo atual grupo político do Sindicato dos Árbitros para dar uma oxigenada na entidade? Mas tem que ser gente de bem, do tipo que apita jogo do Corinthians, expulsa 2 zagueiros do Timão e não tem medo de ir para geladeira por excesso (mesmo estando correto, ele foi; ops, vai; ops: cala-te boca). Quem é do meio do apito, sabe que existem pessoas desse naipe e que “tamanho” não é documento. Aliás, penso em dois nomes que poderiam ser um só. Nesse, eu confio!

(Em tempo: aqui repleto de ironia e dicas subliminares).

A bom entendedor, meia palavra basta. Vamos ressuscitar a arbitragem brasileira morta por militares (da Polícia, da Aeronáutica, da Marinha, seja de onde for – e olha que eu respeito demais essas instituições), e que estiveram e estão no comando da arbitragem. É simplesmente questão de COMPETÊNCIA.

Tá difícil achar cartola como o ex-árbitro Pierluigi Colina, hoje dirigente da UEFA (foto abaixo):

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