– Temos o Direito, a Necessidade e a Obrigação de… Viver!

Desafiar-se ou não?

Viver ou agonizar?

Escrevi esse texto faz aproximadamente 1 ano. Fala sobre a necessidade de buscar maior qualidade de vida. Reinventar-se!

Compartilho, pois ainda considero atualíssimo:

BUSCANDO A MELHOR VERSÃO DE MIM MESMO!

Já se deparou quando “você não é você próprio”? Ou quando o seu habitual deixa se ser o normal e passa a ser exceção?

Sim, eu me vi assim por diversas vezes nos últimos tempos. De risonho a cabisbaixo facilmente, de alegre a deprimido. Da euforia à depressão!

Bipolaridade?

Pode até ser. Mas não era. Ou melhor: não é.

É cansaço, impaciência, desconhecimento de si próprio. Não que precise de autoconhecimento, mas é que algumas virtudes deixaram se sucumbir não por defeitos, mas por fases que não se tornaram passageiras mas duradoras. E eu não sabia que eventos assim eram possíveis.

É preciso colocar as coisas nos eixos. Nestes casos, o tratamento precisa ser radical: TOMAR DECISÕES!

Claro que toda mudança deve ser um processo contínuo. Às vezes, de difícil aceitação. De dor. De angústia. De resistência. Mas…

Vejo amigos meus, jovens, enfartarem – e assusto com isso! Recentemente um conhecido que ganhou bastante dinheiro e que agora iria gozar a vida, se foi sem nada ter feito a não ser trabalhar. Outros foram surpreendidos por doenças. E “como faz” nesses casos?

Não faz, ué.

Para que serve a vida, senão para… VIVER?

Adoro trabalhar. Durmo muito pouco por falta de tempo e sempre foi assim. Desde os 7 anos eu trabalho. Aos 40, quase nunca soube o que é curtir finais de semana livres. Sou um viciado em serviço?

Workaholic é algo aceitável; escravo do trabalho, não. Refém, preso, sem saída, sem eira nem beira, trancafiado em problemas.

Adoro ser desafiado por boas causas. Mas eu estou sabendo identificar o que é boa ou má causa?

Desafios são, redundantemente falando, desafiadores. Mas podem ser jornadas prazerosas ou não. Viver com o trabalho na cabeça não faz bem. Atrofia a alegria!

À beira da loucura, quase insano, comecei a me questionar. E o papo “de Rafael para Rafael” tem sido sério. Seríssimo.

Estou vivendo a vida mesmo?

Tudo vale a pena?

Por quê reluto em continuar algumas coisas? Insistência burra? Teimosia?

Os dias voam, a vida é curta, então… Pra quê?

Por um prato de comida?

Por medo de ousar profissionalmente?

Por não crer que é chegada a hora de mudar de patamar? Comodismo de um status quo?

Para o leitor eventual desse blog, pode parecer um pouco confuso. Para meus amigos íntimos e familiares, tudo está cristalino.

Ter esperança em mudar me permite enfim sonhar. E acredite, percebi que há muito tempo eu não sonhava – ou seja, não fazia planos nem tinha propostas de crescimento para o futuro. Estagnado como estou (mas não acomodado), me prendo às preocupações mundanas.

É chegada a hora de melhorar a qualidade de vida. De responsavelmente alterar o dia-a-dia, de fazer coisas que eu gosto, que me dão prazer e explorar/ extrapolar minhas vocações. Preciso curtir mais minha família, rir com as pessoas que eu amo, festejar e comemorar sempre que desejar. Pela 3a vez, tentar terminar um doutorado! De me atualizar ainda mais, de fazer outros cursos. De me declarar frequentemente para minha esposa, de ficar brincando à toa com a filhota, de me ver coçando o saco sem neuras. E, claro, de desencanar de compromissos que me impedem de ser feliz, os quais me agarram e ousam não me soltarem.

Escrevi esse texto à luz do Espírito Santo. Saiu de “cabo a rabo” num momento empolgado e de iluminação, digitando sem parar com ideias concatenadas de maneira surpreendentemente espontânea.

Não há de ser verdade?

Depende da de quem crê, do desejo de quem quer e da coragem de quem tem medo.

Dias melhores hão de vir. Voltei a sonhar. E buscarei ser “eu de verdade”, desejando manifestar interna e externamente a melhor versão de mim mesmo.

Não sei se conseguirei, mas tentarei. Já estou tentando, em meio a dificuldades e dores.

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